O CHAMADO DE ABRÃO
“Ora, o Senhor disse a Abrão: Sai-te da tua terra, e da tua parentela, e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei,” (Gen.12:1).
Abrão foi o escolhido do Senhor para ser pai de uma nova geração. Era Semita, ou seja; fazia parte dos povos orientais, como Assírios, Fenícios e Árabes- entre outros- conhecidos como Hebreus.
Encontrava-se em Harã, onde chegara acompanhando seu pai Tera, quando recebeu o chamado de Deus para ir a um lugar que lhe seria mostrado no caminho. Ouve a voz do Senhor e a aceita; colocando-a em prática ao obedecer sem questionar.
Abandonar o lugar onde se está vivendo a algum tempo, quando já se tem tudo organizado, esquematizado. Onde a vida se acomoda e segue seu curso normal, dia após dia. Deixar para traz a parentela e o grupo social de convívio; tudo isso equivalia naquela época, não só ao desconforto do recomeço, como também, perder algo do apoio que as famílias vivendo juntas garantiam umas as outras.
Deixar pai, mãe, irmãos, tios, primos, etc. significava também a perda do elo emocional que garantia a unidade estrutural das tribos; tão essencial a segurança, como a própria sobrevivência e continuidade do clero.
Abrão sequer sabia para onde iria. Simplesmente obedeceu a ordem dada pelo Senhor que ele conhecia como o Deus todo poderoso.
Seguindo o exemplo de Abrão, aprendemos que obedecer a Deus é fazer a Sua vontade, não questionar. É separar-se do mundo e de todas as coisas que de uma maneira ou de outra nos impeçam de atendê-Lo prontamente. Obedecemos a Deus quando reconhecemos como Sua a voz que fala ao nosso coração. Nesse momento, não cabe dúvida quanto a origem da voz que ouvimos- se de homem ou se de Deus-. Porquanto o Espírito Santo nos alerta: “...porque surgirão falsos cristos e falsos profetas e farão tão grandes sinais e prodígios, que, se possível fora, enganariam até os escolhidos.” (Mat.24:24).
Aos 75 anos Abrão ouve do Senhor a respeito da geração que lhe seria dada através da sua própria semente. A promessa dizia respeito ao herdeiro que viria através da relação carnal de Abrão com sua esposa Sarai.
Passados dez anos, Abrão continua esperando no Senhor; embora começasse a sentir mudanças naturais - ao tempo- em seu corpo.
Muitas vezes, nós, com o passar dos anos nos esquecemos ou começamos a duvidar das promessas do Senhor a nosso respeito. Começamos a olhar com os olhos da carne e a raciocinar com nosso entendimento humano. Esquecemo-nos das palavras do Senhor, quando Ele diz: “... assim será a palavra que sair da minha boca; ela não voltará para mim vazia; antes, fará o que me apraz e prosperará naquilo para que a enviei.” (Iz.55:11).
Sarai então resolve ajudar a Deus. Com sua incredulidade fortalecida pelo amortecimento da carne; gerado pelo tempo, incita Abrão a se relacionar com a serva Agar; para segundo seu entendimento, garantir a existência do herdeiro mencionado e prometido por Deus.
Ismael – o filho gerado por esse relacionamento – não é o filho da promessa. Torna-se, isso sim, fruto da desobediência; causa primária de todos os males desse mundo.
No entanto, nosso Deus é misericordioso e sempre pronto a nos dar novas oportunidades. Passados 13 anos após o nascimento de Ismael, Abrão agora com 99anos é novamente abençoado com a renovação da promessa a respeito daquele que seria seu legítimo herdeiro; gerado no ventre de sua esposa Sarai. Deus muda o nome de Abrão – pai de altura – para Abraão – pai de uma multidão - : “E disse Deus: Na verdade, Sara, tua mulher, te dará um filho, e chamarás o seu nome Isaque: e com ele estabelecerei o meu concerto, por concerto perpétuo para a sua semente depois dele.” (Gen.17:19).
Abraão, foi o primeiro exemplo, mas Deus ao longo dos séculos tem honrado sua palavra para com os homens.
Isaque, Jacó, José, Moisés, os Profetas, os juízes, Reis, Rainhas, fazendeiros, lavradores, doutores, jovens, idosos, solteiros, casados, ricos ou pobres; o Senhor tem falado a cada um; a seu tempo. Tem feito e cumprido promessas; porque Ele é Deus.: “O Senhor não retarda a sua promessa, ainda que alguns a têm por tardia; mas é longãnimo para convosco, não querendo que alguns se percam, senão que todos venham a arrepender-se.” (2Pe.3:9).
Logo que; o segredo para que se cumpram as promessas do Senhor em nossas vidas, está em obedecer a palavra de Deus. Nela está a vitória. O como, quando e por onde ir. Nela está o nome Santo do único mediador entre Deus e os homens: Jesus Cristo: “Porque há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo, homem.” (1Tim.2:5).
Na palavra de Deus está a advertência de que nossa luta não é contra aquele que nos persegue, injúria, maltrata ou injustiça. Ele diz: “No demais, irmãos meus, fortalecei-vos no Senhor e na força do seu poder. Revesti-vos de toda armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do diabo; porque não temos que lutar contra carne e sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais.” (Ef.6:10-12).
Amém.
quinta-feira, 17 de julho de 2008
segunda-feira, 14 de julho de 2008
COMO VENCER AS LUTAS
COMO VENCER AS LUTAS
“Tenho-vos dito isso, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo; eu venci o mundo.” (João 16:33)
O Senhor Jesus; filho de Deus; com todo poder sobre céus, terra, mares; e até das profundezas do abismo; não nos deixa confundidos. Jesus é Santo. E como Santo que é; suas palavras são puras. Não veio para trazer ilusão aos homens, para engabelar com falsas promessas. Veio sim; para, como exemplo primeiro se dar como sacrifício vivo. Se fez homem como nós e como homem padeceu injúrias, decepções, perseguições, dores e até condenação de malfeitor; sendo levado a morte de cruz, que naquela época era morte de maldição, morte de malditos (“... e, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte e morte de cruz.” - Fp.2:8), (“Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós, porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro. – Gal.3:13).
Mas, tudo suportou, porque como Ele mesmo declarou:, “Não cuideis que vim destruir a lei ou os profetas; não vim ab-rogar mas cumprir.” (Mat.5:17)
O Senhor Jesus com essas palavras nos ensina que: como Ele, nós também estamos sujeitos a passar por lutas e provações. Ele nos ensina que não devemos nos sentir abandonados por nosso Deus quando as coisas não andam da maneira como queremos ou planejamos. O Apóstolo Pedro na sua primeira carta de exortação a Igreja primitiva; falando a respeito do sofrimento por amor à Cristo, declara: “Amados, não estranheis a ardente prova que vem sobre vós, para vos tentar, como se coisa estranha vos acontecesse;..” (1Pe.4:12). Atentemos para a parte final das palavras do Apóstolo: como se coisa estranha vos acontecesse. A palavra estranha, quer dizer: surpresa, incomum, que não tem nenhuma relação com um assunto ou tema. Analisemos então porque o Apóstolo nos alerta que; as lutas pelas quais venhamos passar não devem ser recebidas por nós como se coisa estranha fosse.
1º - SURPRESA: Porque, nós haveríamos de nos surpreender com uma enfermidade que nos assola ou a um nosso ente-querido, se sabemos que nossa carne herdou do primeiro pecado a corrupção. Se sabemos que com o primeiro ato de desobediência a Deus, perdemos o direito a vida eterna; ainda nesta terra. O próprio Deus nos sentenciou; ainda no paraíso: “No suor do teu rosto, comerás o teu pão, até que tornes à terra; porque dela fostes tomado, porquanto és pó e em pó te tornarás.” (Gen.3:19).
Porque, nos haveríamos de surpreender se temos recebido desfeitas? Se somos perseguidos, injustiçados, caluniados; e com isso nos decepcionamos. O Senhor é claro quando diz: “Assim diz o Senhor: “Maldito o homem que confia no homem, e faz da carne o seu braço, e aparta o seu coração do Senhor!” (Jer.17:5).
2º - INCOMUM: Porque nós haveríamos de achar incomum, quando nossos planos, projetos e sonhos não se concretizam?
A mãe, que cria seus filhos com amor e as vezes sacrifícios, mas, só colhe indiferença e rebeldia. A esposa dedicada, fiel; só colhe traição. O homem trabalhador, esforçado, honesto; mas por mais que lute, não consegue suprimir o mínimo das necessidades da sua família. O (a) jovem, que estuda, se prepara, se forma, empreende; mas nunca consegue colher os frutos do seu esforço. Meditemos: “Do homem são as preparações do coração, mas do Senhor, a resposta da boca.” (Prov.16:1).
Porque acharmos incomum as injustiças desse mundo? O corrupto que é rico, o adultero que conserva sua família, o que tem condições financeiras favoráveis está na universidade pública, a moça sem juízo consegue um bom casamento, uns tem dois, três ou mais carros na garagem e o outro nenhum, o semi-analfabeto está bem empregado, e aquele que se esforçou fazendo grandes sacrifícios para se formar está desempregado. A boa palavra do Senhor é nosso consolo: “Faze-me justiça, ó Deus, e pleiteia a minha causa contra a gente ímpia; livra-me do homem fraudulento e injusto.” (Sl.43:1).
3º - QUE NÃO TEM NENHUMA RELAÇÃO COM UM ASSUNTO OU TEMA: Porque lhe nasceu um filho(a) com deficiência física? Porque depois de muito se esforçar, o automóvel pelo qual ele tanto se empenhou, se transforma na arma que vai tirar sua vida ou deixá-lo incapacitado? Porque depois de tantos anos de trabalho , quando já pensava nas delícias de uma aposentadoria tranqüila, vem a morte e lhe ceifa esse direito? “E, passando Jesus, viu um homem cego de nascença. E os seus discípulos lhe perguntaram dizendo: Rabi, quem pecou, este ou seus pais, para que nascesse cego? Jesus respondeu: Nem ele pecou, nem seus pais; mas foi assim para que se manifestem nele as obras de Deus.” (João 9:1-3).
Estou na Igreja a tanto tempo. Tenho vindo a todos os cultos, sou ofertante, devolvo o dízimo, jejuo, subo ao monte para orar, faço consagração; e no entanto, é luta encima de luta, vento sobre vento, provação atrás de provação. Tem misericórdia Senhor; assim nós falamos em nossas murmurações disfarçadas. Sejamos então revigorados pela palavra do Senhor, na vida do Apóstolo Paulo: “Sei estar abatido e sei também ter abundância; em toda maneira e em todas as coisas, estou instruído, tanto a ter fartura como a ter fome, tanto a ter abundância como a padecer necessidade.” (Fil.4:12).
Nós nunca estaremos só. Como narrado pelo escritor de pegadas na areia, Deus sempre esteve, está e estará conosco. Algumas vezes nos cobrindo com a sombra do seu Espírito, outra vez, nos escondendo debaixo de suas asas. Ora nos tomando pela mão, ora nos carregando no colo. Enxugando nossas lágrimas, acalmando as tempestades e os ventos. Iluminando nosso caminho com sua palavra. Antecipando-se aos nossos pedidos. Manifestando seu poder sobrenatural; porque é o Deus do impossível. Cumprindo sua promessa quando diz: “Eu irei adiante de ti, e endireitarei os caminhos tortos; quebrarei as portas de bronze e despedaçarei os ferrolhos de ferro.” (Iz.45:2) , “... não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou o teu Deus; eu te esforço, e te ajudo, e te sustento com a destra da minha justiça.” (Iz.41:10), “Porque eu, o Senhor, teu Deus, te tomo pela tua mão direita e te digo: não temas, que eu te ajudo.” (Iz.41:13), “Apresentai a vossa demanda, diz o Senhor; trazei as vossas firmes razões, diz o Rei de Jacó.” (Iz.41:21), “... Não temas, porque eu te remi; chamei-te pelo teu nome; tu és meu.” (Iz.43:1-b), “Quando passares pelas águas, estarei contigo, e, quando pelos rios, eles não te submergirão; quando passares pelo fogo, não te queimarás, nem a chama arderá em ti.” (Iz.43:2), “Procura lembrar-me; entremos em juízo juntamente; apresenta as tuas razões, para que te possa justificar.” (Iz.43:26).
Muitos homens e mulheres de Deus tem crido nesta palavra. Vencem pelo poder da fé genuína. Não duvidam, não olham com os olhos da carne. Vencem; não pela sua força física, sua inteligência ou posição social. Colocam diante de si, o Deus vivo; na pessoa da sua palavra e do nome poderoso do Senhor Jesus Cristo. Vencem, porque aprenderam a descansar no Senhor: “Descansa no Senhor e espera nele: não te indignes por causa daquele que prospera em seu caminho, por causa do homem que executa astutos intentos.” (Sl.37:7). Vencem porque aprenderam a olhar somente para aquele que venceu todas as coisas, e a segui-lo: “Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também.” (João 13:15).
Amém!
“Tenho-vos dito isso, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo; eu venci o mundo.” (João 16:33)
O Senhor Jesus; filho de Deus; com todo poder sobre céus, terra, mares; e até das profundezas do abismo; não nos deixa confundidos. Jesus é Santo. E como Santo que é; suas palavras são puras. Não veio para trazer ilusão aos homens, para engabelar com falsas promessas. Veio sim; para, como exemplo primeiro se dar como sacrifício vivo. Se fez homem como nós e como homem padeceu injúrias, decepções, perseguições, dores e até condenação de malfeitor; sendo levado a morte de cruz, que naquela época era morte de maldição, morte de malditos (“... e, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte e morte de cruz.” - Fp.2:8), (“Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós, porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro. – Gal.3:13).
Mas, tudo suportou, porque como Ele mesmo declarou:, “Não cuideis que vim destruir a lei ou os profetas; não vim ab-rogar mas cumprir.” (Mat.5:17)
O Senhor Jesus com essas palavras nos ensina que: como Ele, nós também estamos sujeitos a passar por lutas e provações. Ele nos ensina que não devemos nos sentir abandonados por nosso Deus quando as coisas não andam da maneira como queremos ou planejamos. O Apóstolo Pedro na sua primeira carta de exortação a Igreja primitiva; falando a respeito do sofrimento por amor à Cristo, declara: “Amados, não estranheis a ardente prova que vem sobre vós, para vos tentar, como se coisa estranha vos acontecesse;..” (1Pe.4:12). Atentemos para a parte final das palavras do Apóstolo: como se coisa estranha vos acontecesse. A palavra estranha, quer dizer: surpresa, incomum, que não tem nenhuma relação com um assunto ou tema. Analisemos então porque o Apóstolo nos alerta que; as lutas pelas quais venhamos passar não devem ser recebidas por nós como se coisa estranha fosse.
1º - SURPRESA: Porque, nós haveríamos de nos surpreender com uma enfermidade que nos assola ou a um nosso ente-querido, se sabemos que nossa carne herdou do primeiro pecado a corrupção. Se sabemos que com o primeiro ato de desobediência a Deus, perdemos o direito a vida eterna; ainda nesta terra. O próprio Deus nos sentenciou; ainda no paraíso: “No suor do teu rosto, comerás o teu pão, até que tornes à terra; porque dela fostes tomado, porquanto és pó e em pó te tornarás.” (Gen.3:19).
Porque, nos haveríamos de surpreender se temos recebido desfeitas? Se somos perseguidos, injustiçados, caluniados; e com isso nos decepcionamos. O Senhor é claro quando diz: “Assim diz o Senhor: “Maldito o homem que confia no homem, e faz da carne o seu braço, e aparta o seu coração do Senhor!” (Jer.17:5).
2º - INCOMUM: Porque nós haveríamos de achar incomum, quando nossos planos, projetos e sonhos não se concretizam?
A mãe, que cria seus filhos com amor e as vezes sacrifícios, mas, só colhe indiferença e rebeldia. A esposa dedicada, fiel; só colhe traição. O homem trabalhador, esforçado, honesto; mas por mais que lute, não consegue suprimir o mínimo das necessidades da sua família. O (a) jovem, que estuda, se prepara, se forma, empreende; mas nunca consegue colher os frutos do seu esforço. Meditemos: “Do homem são as preparações do coração, mas do Senhor, a resposta da boca.” (Prov.16:1).
Porque acharmos incomum as injustiças desse mundo? O corrupto que é rico, o adultero que conserva sua família, o que tem condições financeiras favoráveis está na universidade pública, a moça sem juízo consegue um bom casamento, uns tem dois, três ou mais carros na garagem e o outro nenhum, o semi-analfabeto está bem empregado, e aquele que se esforçou fazendo grandes sacrifícios para se formar está desempregado. A boa palavra do Senhor é nosso consolo: “Faze-me justiça, ó Deus, e pleiteia a minha causa contra a gente ímpia; livra-me do homem fraudulento e injusto.” (Sl.43:1).
3º - QUE NÃO TEM NENHUMA RELAÇÃO COM UM ASSUNTO OU TEMA: Porque lhe nasceu um filho(a) com deficiência física? Porque depois de muito se esforçar, o automóvel pelo qual ele tanto se empenhou, se transforma na arma que vai tirar sua vida ou deixá-lo incapacitado? Porque depois de tantos anos de trabalho , quando já pensava nas delícias de uma aposentadoria tranqüila, vem a morte e lhe ceifa esse direito? “E, passando Jesus, viu um homem cego de nascença. E os seus discípulos lhe perguntaram dizendo: Rabi, quem pecou, este ou seus pais, para que nascesse cego? Jesus respondeu: Nem ele pecou, nem seus pais; mas foi assim para que se manifestem nele as obras de Deus.” (João 9:1-3).
Estou na Igreja a tanto tempo. Tenho vindo a todos os cultos, sou ofertante, devolvo o dízimo, jejuo, subo ao monte para orar, faço consagração; e no entanto, é luta encima de luta, vento sobre vento, provação atrás de provação. Tem misericórdia Senhor; assim nós falamos em nossas murmurações disfarçadas. Sejamos então revigorados pela palavra do Senhor, na vida do Apóstolo Paulo: “Sei estar abatido e sei também ter abundância; em toda maneira e em todas as coisas, estou instruído, tanto a ter fartura como a ter fome, tanto a ter abundância como a padecer necessidade.” (Fil.4:12).
Nós nunca estaremos só. Como narrado pelo escritor de pegadas na areia, Deus sempre esteve, está e estará conosco. Algumas vezes nos cobrindo com a sombra do seu Espírito, outra vez, nos escondendo debaixo de suas asas. Ora nos tomando pela mão, ora nos carregando no colo. Enxugando nossas lágrimas, acalmando as tempestades e os ventos. Iluminando nosso caminho com sua palavra. Antecipando-se aos nossos pedidos. Manifestando seu poder sobrenatural; porque é o Deus do impossível. Cumprindo sua promessa quando diz: “Eu irei adiante de ti, e endireitarei os caminhos tortos; quebrarei as portas de bronze e despedaçarei os ferrolhos de ferro.” (Iz.45:2) , “... não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou o teu Deus; eu te esforço, e te ajudo, e te sustento com a destra da minha justiça.” (Iz.41:10), “Porque eu, o Senhor, teu Deus, te tomo pela tua mão direita e te digo: não temas, que eu te ajudo.” (Iz.41:13), “Apresentai a vossa demanda, diz o Senhor; trazei as vossas firmes razões, diz o Rei de Jacó.” (Iz.41:21), “... Não temas, porque eu te remi; chamei-te pelo teu nome; tu és meu.” (Iz.43:1-b), “Quando passares pelas águas, estarei contigo, e, quando pelos rios, eles não te submergirão; quando passares pelo fogo, não te queimarás, nem a chama arderá em ti.” (Iz.43:2), “Procura lembrar-me; entremos em juízo juntamente; apresenta as tuas razões, para que te possa justificar.” (Iz.43:26).
Muitos homens e mulheres de Deus tem crido nesta palavra. Vencem pelo poder da fé genuína. Não duvidam, não olham com os olhos da carne. Vencem; não pela sua força física, sua inteligência ou posição social. Colocam diante de si, o Deus vivo; na pessoa da sua palavra e do nome poderoso do Senhor Jesus Cristo. Vencem, porque aprenderam a descansar no Senhor: “Descansa no Senhor e espera nele: não te indignes por causa daquele que prospera em seu caminho, por causa do homem que executa astutos intentos.” (Sl.37:7). Vencem porque aprenderam a olhar somente para aquele que venceu todas as coisas, e a segui-lo: “Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também.” (João 13:15).
Amém!
terça-feira, 8 de julho de 2008
O alicerce da Igreja
O ALICERCE DA IGREJA
“Pois também eu te digo que tu és Pedro e sobre está pedra edificarei a minha Igreja e as portas do inferno não prevalecerão contra ela” (Mat.16:18).
“...esta pedra...” : a Palavra de Deus.
“...portas do inferno...” : o medo da morte.
O Senhor Jesus, no texto acima, está dizendo a Pedro que confiava a ele a continuidade de Sua obra de evangelização (pregação das boas-novas). Jesus conhecia o coração de Pedro; portanto conhecia suas fraquezas e limitações. Sendo assim, O Mestre Jesus direciona seu discípulo no caminho que deverá andar; quando no cumprimento da sua árdua, mas, Santa missão.
Jesus falando à Pedro, está declarando que, em nós, os que Nele cremos, será dada a continuidade da missão pela qual Ele veio a esta terra. Sabendo que em breve retornaria ao Pai, e em conseqüência disso, viria O Espírito Santo; Jesus declara que aquele que cresse, seria o templo, a casa, a Igreja; onde Este faria morada. Logo, esta construção teria que ser edificada e firmada em fundamentos inabaláveis; capazes de resistir a todas as investidas exteriores, contrárias a edificação desta obra.
Pedro é orientado a fundamentar sua missão, sobre tudo o que havia ouvido e visto. Como também, sobre tudo o que haveria de ouvir e ver; da parte de Deus, na pessoa do Espírito e da Palavra.
Jesus ainda faz uma contundente e severa afirmação quanto ao destino da Sua Igreja, se fundamentada genuinamente em Sua palavra: ela não sucumbiria aos doutrinas religiosas, a natureza humana. Jesus a adverte a não andar pelos caminhos largos das facilidades mundanas, pelo caminho da dúvida que levaria o homem a caminhos tortuosos.
As portas do inferno, pré-figuram o domínio de satanás. Mas, contra a Sua Igreja, diz o Senhor Jesus a Pedro: elas não prevalecerão.
O poder da Palavra de Deus é ilimitado. Aquele que tem sua vida espiritual fundamentada nele, torna-se inabalável sob qualquer circunstância.
O Evangelista Lucas em seu Evangelho declara que: “... até destas pedras pode Deus suscitar filhos a Abraão”. (Luc.3:8). Ele afirma isto porque os judeus fundamentavam sua fé no nome do patriarca Abraão, e não na Palavra de Deus (as escrituras). Realmente, enquanto vivo, Abraão havia sido um homem de Deus. Portanto, Deus o abençoara em tudo. Mas, agora Abraão é morto; como qualquer um de nós um dia seremos. Sua vida nos serve de exemplo de obediência e de fé. Mas, não como fundamento para uma vida cristã de santidade, poder e autoridade.
Quando colocamos o Senhor Jesus Cristo (a Palavra) como a pedra principal, a pedra de esquina, a pedra angular; para alicerçar nossa construção espiritual. Quando nos colocamos como casa-templo do Espírito Santo, nos tornamos tão íntimos do Senhor Deus, que somos considerados e tratados como parte integrante D’Ele . Deixamos de ser estrangeiros que peregrinam pela terra, para andarmos lado a lado com os santos; salvos em Cristo Jesus.
As palavras ditas pelo Senhor Jesus, pelos Apóstolos, pelos Profetas e por nós mesmos (inspiradas pelo Espírito Santo) são os elementos que formam essa construção que será eterna.
Caminhamos seguindo em direção a eternidade. Nos transformado pela renovação do nosso entendimento, a alcançaremos. Se não perdermos o foco venceremos com Ele.
Amém!
“Pois também eu te digo que tu és Pedro e sobre está pedra edificarei a minha Igreja e as portas do inferno não prevalecerão contra ela” (Mat.16:18).
“...esta pedra...” : a Palavra de Deus.
“...portas do inferno...” : o medo da morte.
O Senhor Jesus, no texto acima, está dizendo a Pedro que confiava a ele a continuidade de Sua obra de evangelização (pregação das boas-novas). Jesus conhecia o coração de Pedro; portanto conhecia suas fraquezas e limitações. Sendo assim, O Mestre Jesus direciona seu discípulo no caminho que deverá andar; quando no cumprimento da sua árdua, mas, Santa missão.
Jesus falando à Pedro, está declarando que, em nós, os que Nele cremos, será dada a continuidade da missão pela qual Ele veio a esta terra. Sabendo que em breve retornaria ao Pai, e em conseqüência disso, viria O Espírito Santo; Jesus declara que aquele que cresse, seria o templo, a casa, a Igreja; onde Este faria morada. Logo, esta construção teria que ser edificada e firmada em fundamentos inabaláveis; capazes de resistir a todas as investidas exteriores, contrárias a edificação desta obra.
Pedro é orientado a fundamentar sua missão, sobre tudo o que havia ouvido e visto. Como também, sobre tudo o que haveria de ouvir e ver; da parte de Deus, na pessoa do Espírito e da Palavra.
Jesus ainda faz uma contundente e severa afirmação quanto ao destino da Sua Igreja, se fundamentada genuinamente em Sua palavra: ela não sucumbiria aos doutrinas religiosas, a natureza humana. Jesus a adverte a não andar pelos caminhos largos das facilidades mundanas, pelo caminho da dúvida que levaria o homem a caminhos tortuosos.
As portas do inferno, pré-figuram o domínio de satanás. Mas, contra a Sua Igreja, diz o Senhor Jesus a Pedro: elas não prevalecerão.
O poder da Palavra de Deus é ilimitado. Aquele que tem sua vida espiritual fundamentada nele, torna-se inabalável sob qualquer circunstância.
O Evangelista Lucas em seu Evangelho declara que: “... até destas pedras pode Deus suscitar filhos a Abraão”. (Luc.3:8). Ele afirma isto porque os judeus fundamentavam sua fé no nome do patriarca Abraão, e não na Palavra de Deus (as escrituras). Realmente, enquanto vivo, Abraão havia sido um homem de Deus. Portanto, Deus o abençoara em tudo. Mas, agora Abraão é morto; como qualquer um de nós um dia seremos. Sua vida nos serve de exemplo de obediência e de fé. Mas, não como fundamento para uma vida cristã de santidade, poder e autoridade.
Quando colocamos o Senhor Jesus Cristo (a Palavra) como a pedra principal, a pedra de esquina, a pedra angular; para alicerçar nossa construção espiritual. Quando nos colocamos como casa-templo do Espírito Santo, nos tornamos tão íntimos do Senhor Deus, que somos considerados e tratados como parte integrante D’Ele . Deixamos de ser estrangeiros que peregrinam pela terra, para andarmos lado a lado com os santos; salvos em Cristo Jesus.
As palavras ditas pelo Senhor Jesus, pelos Apóstolos, pelos Profetas e por nós mesmos (inspiradas pelo Espírito Santo) são os elementos que formam essa construção que será eterna.
Caminhamos seguindo em direção a eternidade. Nos transformado pela renovação do nosso entendimento, a alcançaremos. Se não perdermos o foco venceremos com Ele.
Amém!
Tentação, sofrimento. Porque dar Glória a Deus.
TENTAÇÃO, SOFRIMENTO:
PORQUE DAR GLÓRIA A DEUS?
“Todos os mandamentos que hoje vos ordeno guardareis para os fazer, para que vivais, e vos multipliqueis, e entreis, e possuais a terra que o Senhor jurou a vossos pais.
“E te lembrarás de todo o caminho pelo qual o Senhor, o teu Deus, te guiou no deserto estes quarenta anos, para te humilhar, para te tentar, para saber o que estava no teu coração, se guardarias os seus mandamentos ou não.” (Deut.8:1,2)
Somente pelo caminho da fé poderemos servir integralmente ao nosso Deus. Renunciando ao nosso limitado entendimento e aceitando a total e infalível soberania do Deus criador. Reconhecendo-O como único; saberemos adorá-lo acima de qualquer circunstância.
Precisamos ser fortes e ao mesmo tempo, dependentes; o suficiente para obedecer todos os seus mandamentos, incluindo-se o passar por lutas, tentações e humilhações.
Quando aprendermos que não há vitória (com Cristo) sem lutas, que tentação não é pecado (é a preliminar), e que na humilhação (por amor a Cristo) somos exaltados; então, estaremos preparados para algo maior do que tudo aquilo que poderíamos imaginar; que nos será revelado em Glória, por Cristo Jesus.
A TENTAÇÃO.
“Meus irmãos, tende grande gozo quando cairdes em várias tentações,...” (Tiago 1:2)
Tentação é a provocação de um desejo. Ou seja: estímulo ou impulso de querer fazer ou possuir algo.
A tentação em si não nos afasta (pecado) de Deus. O ceder a ela é que caracteriza o pecado.
Saber-se tentado, e resistir a tais estímulos, é o que nos faz sair fortalecidos da batalha a qual estejamos travando.
“Bem-aventurado o varão que sofre a tentação; porque, quando for provado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor tem prometido aos que o amam.” (Tiago 1:12)
É maravilhoso ouvir do nosso Deus que Ele conhece nossas limitações. Por isso reconhece e nos galardoa quando nos vê resistindo aos nossos impulsos carnais.
“Ninguém, sendo tentado, diga: De Deus sou tentado; porque Deus não pode ser tentado pelo mal e
a ninguém tenta.” (Tiago 1:13)
O Onipotente Criador não está sujeito a qualquer tipo de tentação. Como ser superior e criador; é dominador; logo, a nada se sujeita. Se nos criou a sua imagem, conforme a sua semelhança; logo, nos considera superiores àquele que veio para nos tentar. Essa superioridade no entanto nos limita a autoridade divina; por isso somos tentados; porém, com autoridade para resistir.
“Não veio sobre vós tentação, senão humana; mas fiel é Deus, que vos não deixará tentar acima do que podeis; antes, com a tentação dará também o escape, para que a possais suportar.” (1Cor.10:13)
“... sabendo que a prova da vossa fé produz a paciência.” (Tiago 1:3)
Quando somos testados acerca da nossa fé, adquirimos poderes físicos e morais para suportar e resistir a dores, infortúnios e amolações. Nos tornamos perseverantes, firmes; não cedemos.
“Porque necessitais de paciência, para que, depois de haverdes feito a vontade de Deus, possais alcançar a promessa.” (Heb. 10:36)
“Meus irmãos, tomai por exemplo de aflição e paciência os profetas que falaram em nome do Senhor.
Eis que temos por bem-aventurados os que sofreram. Ouvistes qual foi a paciência de Jó e vistes o fim que o Senhor lhe deu; porque o Senhor é muito misericordioso e piedoso.” (Tiago 5:10,11)
“Porque que glória será essa, se, pecando, sois esbofeteados e sofreis.” (1Pe. 2:20-a)
É claro que o nome do Senhor não pode ser glorificado se sofremos por causa dos nossos erros.O não resistir as tentações e assim enveredar pelo caminho do pecado fatalmente levará a experiências dolorosas.
“Mas, se fazendo o bem, sois afligidos e o sofreis, isso é agradável a Deus.” (1Ped. 2:20-b)
Independente de sermos reconhecidos ou não, de recebermos mérito ou algum tipo de recompensa.Para aquele que conhece e vive na palavra de Deus, ainda que sendo desprezado e ignorado; o importante e agradar ao Senhor.
“... porque melhor é que padeçais fazendo o bem (se a vontade de Deus assim o quer) do que fazendo o mal.
“Porque também Cristo padeceu uma vez pelos pecados, o justo pelos injustos, para levar-nos a Deus; mortificado, na verdade, na carne, mas vivificado pelo Espírito.” (1Ped. 3: 17,18)
Não podemos abrir mão de fazer o bem. É o princípio do ministério de Cristo. Ele é nosso exemplo. Negou-se a si mesmo, e por isso vive para sempre.
“Amados, não estranheis a ardente prova que vem sobre vós, para vos tentar, como se coisa estranha vos acontecesse; mas alegrai-vos no fato de serdes participantes das aflições de Cristo, para que também na revelação da sua glória vos regozijeis e alegreis. Se, pelo nome de Cristo, sois vituperados, bem-aventurados sois, porque sobre vós repousa o Espírito da glória de Deus. Que nenhum de vós padeça como homicida, ou ladrão, ou malfeitor, ou como o que se entremete em negócios alheios; mas, se padece como cristão, não se envergonhe; antes, glorifique a Deus nesta parte.” (1 Ped. 4:13-16)
O Apóstolo Pedro não está nos ensinando que devemos nos conformar com as provações e sofrimentos. Muito pelo contrário; o que ele quer é nos ensinar a não estranharmos, ou seja, não ficarmos espantados e surpresos, como se não soubéssemos que seríamos alvo de toda sorte de investidas do nosso adversário.
Porque resistir.
“Porque é impossível que os que já uma vez foram iluminados, e provaram o dom celestial, e se fizeram participantes do espírito Santo, e provaram a boa palavra de Deus e as virtudes do século futuro, e recaíram sejam outra vez renovados para arrependimento; pois assim, quanto a eles, de novo crucificam o Filho de Deus e o expõem ao vitupério.” (Heb.6:4-6)
O Apóstolo Paulo é claro quanto àqueles que depois de terem caído no pecado, recebem o dom Divino do perdão, e ainda assim tornam a incorrer no mesmo erro ou pior ainda. Paulo os considera como cúmplices do ato vergonhoso da crucificação. Por isso torna a exortar-nos: “Porque, se pecarmos voluntariamente, depois de termos recebido o conhecimento da verdade, já não resta mais sacrifício pelos pecados, mas uma certa expectação horrível de juízo e ardor de fogo, que há de devorar os adversários. Quebrantando alguém a lei de Moisés, morre sem misericórdia, só pela palavra de duas ou três testemunhas. De quanto maior castigo cuidais vós será julgado merecedor aquele que pisar o Filho de Deus, e tiver por profano o sangue do testamento, com que foi santificado, e fizer agravo ao Espírito da graça?” (Heb. 10: 26-29)
Paulo fala com autoridade. Não tolera nem compactua com os que desprezam a palavra. Alerta a respeito da inutilidade dos sacrifícios oferecidos por corações cheios de malícia. Não esconde a severidade do juízo Divino. Cita a implacável lei de Moisés e a considera como branda; diante realidade e da responsabilidade de andar sob a lei da Graça.
“Mas cada um é tentado quando atraído e engodado pela sua própria concupiscência.” (Tiago 1:14)
Tiago ensina porque precisamos resistir. Nosso desejo exagerado de ter prazer é um astuto chamariz: atrativo, sedutor e enganoso. Por isso, Pedro também nos admoesta com a mesma severidade de Paulo, quando diz: “Porquanto se, depois de terem escapado das corrupções do mundo, pelo conhecimento do Senhor e Salvador Jesus Cristo, forem outra vez envolvidos nelas e vencidos, tornou-se-lhes o último estado pior do que o primeiro. Porque melhor lhes fora não conhecerem o caminho da justiça do que, conhecendo-o, desviarem-se do santo mandamento que lhes fora dado. Deste modo, sobreveio-lhes o que por um verdadeiro provérbio se diz: O cão voltou ao seu próprio vômito; a porca lavada, ao esponjadouro de lama.” (2Ped. 2: 20-22)
Fiquemos, por fim, com as palavras de Tiago: “Sujeitai-vos, pois, a Deus; resisti ao diabo, e ele fugirá de vós.” (Tiago 4:7)
Amém!
PORQUE DAR GLÓRIA A DEUS?
“Todos os mandamentos que hoje vos ordeno guardareis para os fazer, para que vivais, e vos multipliqueis, e entreis, e possuais a terra que o Senhor jurou a vossos pais.
“E te lembrarás de todo o caminho pelo qual o Senhor, o teu Deus, te guiou no deserto estes quarenta anos, para te humilhar, para te tentar, para saber o que estava no teu coração, se guardarias os seus mandamentos ou não.” (Deut.8:1,2)
Somente pelo caminho da fé poderemos servir integralmente ao nosso Deus. Renunciando ao nosso limitado entendimento e aceitando a total e infalível soberania do Deus criador. Reconhecendo-O como único; saberemos adorá-lo acima de qualquer circunstância.
Precisamos ser fortes e ao mesmo tempo, dependentes; o suficiente para obedecer todos os seus mandamentos, incluindo-se o passar por lutas, tentações e humilhações.
Quando aprendermos que não há vitória (com Cristo) sem lutas, que tentação não é pecado (é a preliminar), e que na humilhação (por amor a Cristo) somos exaltados; então, estaremos preparados para algo maior do que tudo aquilo que poderíamos imaginar; que nos será revelado em Glória, por Cristo Jesus.
A TENTAÇÃO.
“Meus irmãos, tende grande gozo quando cairdes em várias tentações,...” (Tiago 1:2)
Tentação é a provocação de um desejo. Ou seja: estímulo ou impulso de querer fazer ou possuir algo.
A tentação em si não nos afasta (pecado) de Deus. O ceder a ela é que caracteriza o pecado.
Saber-se tentado, e resistir a tais estímulos, é o que nos faz sair fortalecidos da batalha a qual estejamos travando.
“Bem-aventurado o varão que sofre a tentação; porque, quando for provado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor tem prometido aos que o amam.” (Tiago 1:12)
É maravilhoso ouvir do nosso Deus que Ele conhece nossas limitações. Por isso reconhece e nos galardoa quando nos vê resistindo aos nossos impulsos carnais.
“Ninguém, sendo tentado, diga: De Deus sou tentado; porque Deus não pode ser tentado pelo mal e
a ninguém tenta.” (Tiago 1:13)
O Onipotente Criador não está sujeito a qualquer tipo de tentação. Como ser superior e criador; é dominador; logo, a nada se sujeita. Se nos criou a sua imagem, conforme a sua semelhança; logo, nos considera superiores àquele que veio para nos tentar. Essa superioridade no entanto nos limita a autoridade divina; por isso somos tentados; porém, com autoridade para resistir.
“Não veio sobre vós tentação, senão humana; mas fiel é Deus, que vos não deixará tentar acima do que podeis; antes, com a tentação dará também o escape, para que a possais suportar.” (1Cor.10:13)
“... sabendo que a prova da vossa fé produz a paciência.” (Tiago 1:3)
Quando somos testados acerca da nossa fé, adquirimos poderes físicos e morais para suportar e resistir a dores, infortúnios e amolações. Nos tornamos perseverantes, firmes; não cedemos.
“Porque necessitais de paciência, para que, depois de haverdes feito a vontade de Deus, possais alcançar a promessa.” (Heb. 10:36)
“Meus irmãos, tomai por exemplo de aflição e paciência os profetas que falaram em nome do Senhor.
Eis que temos por bem-aventurados os que sofreram. Ouvistes qual foi a paciência de Jó e vistes o fim que o Senhor lhe deu; porque o Senhor é muito misericordioso e piedoso.” (Tiago 5:10,11)
“Porque que glória será essa, se, pecando, sois esbofeteados e sofreis.” (1Pe. 2:20-a)
É claro que o nome do Senhor não pode ser glorificado se sofremos por causa dos nossos erros.O não resistir as tentações e assim enveredar pelo caminho do pecado fatalmente levará a experiências dolorosas.
“Mas, se fazendo o bem, sois afligidos e o sofreis, isso é agradável a Deus.” (1Ped. 2:20-b)
Independente de sermos reconhecidos ou não, de recebermos mérito ou algum tipo de recompensa.Para aquele que conhece e vive na palavra de Deus, ainda que sendo desprezado e ignorado; o importante e agradar ao Senhor.
“... porque melhor é que padeçais fazendo o bem (se a vontade de Deus assim o quer) do que fazendo o mal.
“Porque também Cristo padeceu uma vez pelos pecados, o justo pelos injustos, para levar-nos a Deus; mortificado, na verdade, na carne, mas vivificado pelo Espírito.” (1Ped. 3: 17,18)
Não podemos abrir mão de fazer o bem. É o princípio do ministério de Cristo. Ele é nosso exemplo. Negou-se a si mesmo, e por isso vive para sempre.
“Amados, não estranheis a ardente prova que vem sobre vós, para vos tentar, como se coisa estranha vos acontecesse; mas alegrai-vos no fato de serdes participantes das aflições de Cristo, para que também na revelação da sua glória vos regozijeis e alegreis. Se, pelo nome de Cristo, sois vituperados, bem-aventurados sois, porque sobre vós repousa o Espírito da glória de Deus. Que nenhum de vós padeça como homicida, ou ladrão, ou malfeitor, ou como o que se entremete em negócios alheios; mas, se padece como cristão, não se envergonhe; antes, glorifique a Deus nesta parte.” (1 Ped. 4:13-16)
O Apóstolo Pedro não está nos ensinando que devemos nos conformar com as provações e sofrimentos. Muito pelo contrário; o que ele quer é nos ensinar a não estranharmos, ou seja, não ficarmos espantados e surpresos, como se não soubéssemos que seríamos alvo de toda sorte de investidas do nosso adversário.
Porque resistir.
“Porque é impossível que os que já uma vez foram iluminados, e provaram o dom celestial, e se fizeram participantes do espírito Santo, e provaram a boa palavra de Deus e as virtudes do século futuro, e recaíram sejam outra vez renovados para arrependimento; pois assim, quanto a eles, de novo crucificam o Filho de Deus e o expõem ao vitupério.” (Heb.6:4-6)
O Apóstolo Paulo é claro quanto àqueles que depois de terem caído no pecado, recebem o dom Divino do perdão, e ainda assim tornam a incorrer no mesmo erro ou pior ainda. Paulo os considera como cúmplices do ato vergonhoso da crucificação. Por isso torna a exortar-nos: “Porque, se pecarmos voluntariamente, depois de termos recebido o conhecimento da verdade, já não resta mais sacrifício pelos pecados, mas uma certa expectação horrível de juízo e ardor de fogo, que há de devorar os adversários. Quebrantando alguém a lei de Moisés, morre sem misericórdia, só pela palavra de duas ou três testemunhas. De quanto maior castigo cuidais vós será julgado merecedor aquele que pisar o Filho de Deus, e tiver por profano o sangue do testamento, com que foi santificado, e fizer agravo ao Espírito da graça?” (Heb. 10: 26-29)
Paulo fala com autoridade. Não tolera nem compactua com os que desprezam a palavra. Alerta a respeito da inutilidade dos sacrifícios oferecidos por corações cheios de malícia. Não esconde a severidade do juízo Divino. Cita a implacável lei de Moisés e a considera como branda; diante realidade e da responsabilidade de andar sob a lei da Graça.
“Mas cada um é tentado quando atraído e engodado pela sua própria concupiscência.” (Tiago 1:14)
Tiago ensina porque precisamos resistir. Nosso desejo exagerado de ter prazer é um astuto chamariz: atrativo, sedutor e enganoso. Por isso, Pedro também nos admoesta com a mesma severidade de Paulo, quando diz: “Porquanto se, depois de terem escapado das corrupções do mundo, pelo conhecimento do Senhor e Salvador Jesus Cristo, forem outra vez envolvidos nelas e vencidos, tornou-se-lhes o último estado pior do que o primeiro. Porque melhor lhes fora não conhecerem o caminho da justiça do que, conhecendo-o, desviarem-se do santo mandamento que lhes fora dado. Deste modo, sobreveio-lhes o que por um verdadeiro provérbio se diz: O cão voltou ao seu próprio vômito; a porca lavada, ao esponjadouro de lama.” (2Ped. 2: 20-22)
Fiquemos, por fim, com as palavras de Tiago: “Sujeitai-vos, pois, a Deus; resisti ao diabo, e ele fugirá de vós.” (Tiago 4:7)
Amém!
O Poder da Fé
O PODER DA FÉ
“E Jesus disse-lhe: Se tu podes crer; tudo é possível ao que crê”. (Mc.9:23)
CRER: considerar como verdadeiro, considerar possível, desejar.
PODES: permissão, capacidade, força, direito, influência, autoridade.
O Senhor Jesus está dizendo àquele pai:
1º: ... se tu tens permissão para considerar como verdadeiro, para tornar possível e desejar...
A palavra permissão significa: autorização, consentimento.
“Agora, pois, ó Senhor, olha para as suas ameaças e concede aos teus servos que falem com toda ousadia a tua palavra”. (At.4:29)
Pedro e João se dirigiam ao templo para orar. À porta do templo foram interpelados por um homem que a mais de quarenta anos sofria de enfermidade; era coxo de nascença. Esse homem era todos os dias levado a porta do templo para ali esmolar.
Pedro e João estavam cheios do Espírito Santo, por isso, puderam com ousadia liberar para aquele homem uma palavra de cura e libertação.
Por terem agido assim; pregado o nome e a ressurreição do Senhor Jesus; foram presos, interrogados, censurados e constrangidos a não mais falarem ao povo a respeito do Cristo vivo.
Por isso, fazem a oração mencionada acima. Estão pedindo e recebendo de Deus a permissão para continuar falando com ousadia a palavra de Deus.
2º ... se tu és capaz de considerar como verdadeiro, para tornar possível e desejar...
A palavra capacidade significa: conteúdo, competência, qualificação, profundo conhecimento, formação.
“... e a um deu cinco talentos, e a outro, dois, e a outro, um, a cada um segundo a sua capacidade, e ausentou-se logo para longe.” (Mat.25:15)
Na parábola dos dez talentos, um senhor que decide fazer uma viagem confia a seus servos certo valor em dinheiro. No entanto faz a divisão dos valores de acordo com a capacidade de cada um dos seus servos. Segue o critério de entregar mais àquele a quem acha mais capacitado; e assim por diante.
3º ... se tu tens forças para considerar como verdadeiro, para tornar possível e desejar...
A palavra força significa: acontecimento capaz de produzir um resultado, energia, processo de reação.
“Forjai espadas das vossas enxadas e lanças das vossas foices; diga o fraco: Eu sou forte.” (Joel 3:10)
O povo de Deus havia vivido muitos anos sob o domínio do reino Babilônico . Deus tinha o propósito de fazê-lo reagir, e, para isso precisavam reestruturar-se como nação e espiritualmente; a fim de poderem reagir e resistir as novas investidas de seus inimigos.
4º ... se tu tens o direito de considerar como verdadeiro, de tornar possível e desejar...
A palavra direito significa: ato de possuir, usar, exigir, dispor de algo.
“E, se sois de Cristo, então sois descendência de Abraão e herdeiros conforme a promessa.” (Gal.3:29)
Aquilo que está escrito na Sagrada escritura é para os que crêem. É a confirmação da nossa condição de herdeiros. As promessas feita à Abraão e a sua descendência nos alcançam por Cristo Jesus. Tudo o que foi trazido ao conhecimento do homem pelo Senhor Jesus, tudo o que foi conquistado por Ele, tudo o que foi deixado por mandamento e como exemplo; são para os que o confessam como seu único, verdadeiro e suficiente salvador.
5º ... se tu tens influência para considerar como verdadeiro, para tornar possível e desejar...
A palavra influência significa: prestígio, crédito, ação de um ser sobre outro, boa reputação.
“E chegou-se Abraão, dizendo: Destruirás também o justo com o ímpio?” (Gen.18:23)
Abraão moveu o coração de Deus em várias situações. Por sua vida de obediência, renúncia e retidão foi capaz de influenciar na decisão de Deus.
6º ... se tu tens autoridade para considerar como verdadeiro, para tornar possível e desejar...
A palavra autoridade significa: poder legítimo, direito de mandar, dar a última palavra sobre determinado assunto.
“São hebreus? Também eu. São israelitas? Também eu. São descendência de Abraão? Também eu.” (2Cor.11:22)
Paulo se apresentava como prisioneiro de Cristo. De perseguidor da igreja, a seu maior defensor; seu amor a obra e sua vida de verdadeiro evangelista lhe davam legitimidade para levar ao gentios a verdadeira essência do evangelho: o poder de Deus para salvação daquele que crê.
O Senhor Jesus estava diante de um pai desesperado com o sofrimento continuo de seu amado filho. Diante de uma geração incrédula e perversa. Diante de seus discípulos que ainda não eram capazes de distinguir o poder do verdadeiro adversário do homem.
Portanto, se pudermos consagrar nossas vidas, se nos esforçarmos em vigilância, jejum e oração: se nos sujeitarão toda casta de demônios.
Amém!
“E Jesus disse-lhe: Se tu podes crer; tudo é possível ao que crê”. (Mc.9:23)
CRER: considerar como verdadeiro, considerar possível, desejar.
PODES: permissão, capacidade, força, direito, influência, autoridade.
O Senhor Jesus está dizendo àquele pai:
1º: ... se tu tens permissão para considerar como verdadeiro, para tornar possível e desejar...
A palavra permissão significa: autorização, consentimento.
“Agora, pois, ó Senhor, olha para as suas ameaças e concede aos teus servos que falem com toda ousadia a tua palavra”. (At.4:29)
Pedro e João se dirigiam ao templo para orar. À porta do templo foram interpelados por um homem que a mais de quarenta anos sofria de enfermidade; era coxo de nascença. Esse homem era todos os dias levado a porta do templo para ali esmolar.
Pedro e João estavam cheios do Espírito Santo, por isso, puderam com ousadia liberar para aquele homem uma palavra de cura e libertação.
Por terem agido assim; pregado o nome e a ressurreição do Senhor Jesus; foram presos, interrogados, censurados e constrangidos a não mais falarem ao povo a respeito do Cristo vivo.
Por isso, fazem a oração mencionada acima. Estão pedindo e recebendo de Deus a permissão para continuar falando com ousadia a palavra de Deus.
2º ... se tu és capaz de considerar como verdadeiro, para tornar possível e desejar...
A palavra capacidade significa: conteúdo, competência, qualificação, profundo conhecimento, formação.
“... e a um deu cinco talentos, e a outro, dois, e a outro, um, a cada um segundo a sua capacidade, e ausentou-se logo para longe.” (Mat.25:15)
Na parábola dos dez talentos, um senhor que decide fazer uma viagem confia a seus servos certo valor em dinheiro. No entanto faz a divisão dos valores de acordo com a capacidade de cada um dos seus servos. Segue o critério de entregar mais àquele a quem acha mais capacitado; e assim por diante.
3º ... se tu tens forças para considerar como verdadeiro, para tornar possível e desejar...
A palavra força significa: acontecimento capaz de produzir um resultado, energia, processo de reação.
“Forjai espadas das vossas enxadas e lanças das vossas foices; diga o fraco: Eu sou forte.” (Joel 3:10)
O povo de Deus havia vivido muitos anos sob o domínio do reino Babilônico . Deus tinha o propósito de fazê-lo reagir, e, para isso precisavam reestruturar-se como nação e espiritualmente; a fim de poderem reagir e resistir as novas investidas de seus inimigos.
4º ... se tu tens o direito de considerar como verdadeiro, de tornar possível e desejar...
A palavra direito significa: ato de possuir, usar, exigir, dispor de algo.
“E, se sois de Cristo, então sois descendência de Abraão e herdeiros conforme a promessa.” (Gal.3:29)
Aquilo que está escrito na Sagrada escritura é para os que crêem. É a confirmação da nossa condição de herdeiros. As promessas feita à Abraão e a sua descendência nos alcançam por Cristo Jesus. Tudo o que foi trazido ao conhecimento do homem pelo Senhor Jesus, tudo o que foi conquistado por Ele, tudo o que foi deixado por mandamento e como exemplo; são para os que o confessam como seu único, verdadeiro e suficiente salvador.
5º ... se tu tens influência para considerar como verdadeiro, para tornar possível e desejar...
A palavra influência significa: prestígio, crédito, ação de um ser sobre outro, boa reputação.
“E chegou-se Abraão, dizendo: Destruirás também o justo com o ímpio?” (Gen.18:23)
Abraão moveu o coração de Deus em várias situações. Por sua vida de obediência, renúncia e retidão foi capaz de influenciar na decisão de Deus.
6º ... se tu tens autoridade para considerar como verdadeiro, para tornar possível e desejar...
A palavra autoridade significa: poder legítimo, direito de mandar, dar a última palavra sobre determinado assunto.
“São hebreus? Também eu. São israelitas? Também eu. São descendência de Abraão? Também eu.” (2Cor.11:22)
Paulo se apresentava como prisioneiro de Cristo. De perseguidor da igreja, a seu maior defensor; seu amor a obra e sua vida de verdadeiro evangelista lhe davam legitimidade para levar ao gentios a verdadeira essência do evangelho: o poder de Deus para salvação daquele que crê.
O Senhor Jesus estava diante de um pai desesperado com o sofrimento continuo de seu amado filho. Diante de uma geração incrédula e perversa. Diante de seus discípulos que ainda não eram capazes de distinguir o poder do verdadeiro adversário do homem.
Portanto, se pudermos consagrar nossas vidas, se nos esforçarmos em vigilância, jejum e oração: se nos sujeitarão toda casta de demônios.
Amém!
O Obreiro aprovado
. O OBREIRO APROVADO
O obreiro aprovado é aquele que: em primeiro lugar ama a Deus e a Sua Palavra acima de tudo.Sabe que não é ele; mas Cristo em sua própria vida.
O obreiro aprovado entende que foi escolhido, chamado e eleito pelo próprio Deus, de quem recebe o selo das primícias espirituais quando, pela unção do Espírito Santo e através da autoridade do ministério a qual está subordinado, conscientiza-se de que servir a Deus e batalhar pela defesa do Evangelho; implícita submeter-se, obedecer e fazer não aquilo que pensa ou acha, mas, tudo o que for necessário para a continuação da vitória de Cristo.
O obreiro é um operário qualificado, que trabalha a serviço do Reino de Deus. Esse trabalho é continuo e sem descanso. Ele nunca se despe do “seu uniforme” de trabalho. Seu uniforme é espiritual, logo, sobre-pôe-se à vestimenta terrena.
Seja um policial, professor, motorista, dona de casa ou estudante. Qualquer que seja sua ocupação secular, sempre estará sobre ele seu uniforme de trabalho espiritual. Deste ele não pode se despir jamais.
A qualquer momento, a farda do policial, o giz do professor, o veículo do motorista, os afazeres da dona de casa ou o material didático do estudante poderão ser substituídos pelas ferramentas ou armas usadas pelo obreiro. Nesse momento, o cidadão comum se torna o soldado da resistência. Apto e disposto a combater o bom combate.
No entanto, existem alguns aspectos que são necessários e fundamentais, a serem observados e vividos pelo obreiro que deseja realmente ser aprovado e servir fielmente seu Senhor.
1º - CONVERSÃO
Significa: mudança de direção, mudança, transformação ou adaptação.
É preciso demonstrar conversão em todas as áreas da vida. No modo de pensar, falar, agir. Na fartura ou na escassez. Na alegria ou na tristeza. Quando honrado ou quando contrariado. Com saúde ou enfermo. No comando ou sendo subordinado. Amando ou sendo desprezado. Em casa ou em público.
A tempo ou a fora-de-tempo. A verdadeira conversão é visível. Por isso mesmo, tem a capacidade de impressionar (produzir, deixar uma marca, transformar pela luz) as pessoas a nosso redor e o mundo.
2º - SUBMISSÃO
Significa: ato ou efeito de submeter-se, obediência voluntária, sujeição.
Reconhecendo a autoridade ministerial e espiritual que está sobre sua liderança, e identificando em seu líder espiritual o caráter de Deus, o obreiro não se sente submisso (que está em posição ou lugar inferior, resignado, conformado). Ao contrário, sente-se honrado e privilegiado em poder obedecer.
3º - OBEDECER
Significa: sujeitar-se à vontade de, cumprir ordens, deixar-se conduzir, estar sob uma força ou influência, ceder.
O obreiro aprovado alegra-se em cumprir todas as ordens ou determinações vindas da direção do ministério. Está sempre pronto a servir. Não questiona, não despreza e nem negligencia. Porque confia no seu Deus, sabe que Ele é fiel.
Quando o obreiro examina e entende o real significado desses três aspectos acima citados; significa que tem consciência do seu chamado.
O próprio Senhor Jesus declara: “Não me escolhestes vós a mim, mas eu vos escolhi a vós, e vos nomeei, para que vades e deis frutos, e o vosso fruto permaneça, a fim de que tudo quanto em meu nome pedirdes ao Pai ele vos conceda.” (Jo.15:16).
Saber-se escolhido pelo próprio Senhor Jesus, leva o obreiro a desejar conhecê-lo mais intimamente, desejando ser como Ele é. “Sede, pois imitadores de Deus, como a filhos amados;” (Ef.5:1).
Para sermos igual a alguém naquilo que essa pessoa em de melhor, precisamos conhecê-lo. Para sermos imitadores então, precisamos conhecer intimamente, em detalhes; não deixando que nada passe desapercebido. É necessário neste caso, estar no mesmo espírito. Como nossos irmãos da Igreja primitiva. “Todos os que criam estavam juntos e tinham tudo em comum” (At.2:44).
A visão do obreiro aprovado é de crescimento do ministério. O ide pregado pelo Senhor Jesus, refere-se a sua Igreja estabelecida nos quatro cantos da terra. Somos comparados a árvore que dá frutos. Vistos por Deus como seu povo no Egito: “... os filhos de Israel frutificaram, e aumentaram muito, e multiplicaram-se, e foram fortalecidos grandemente; de maneira que a terra se encheu deles.” (Ex.1:7).
É preciso estar solidamente firmado e estruturado espiritualmente para ser visto e reconhecido por Deus como um verdadeiro obreiro.
Fincar raízes espirituais, implica uma vida de oração; como nos ensina Paulo: “Perseverai em oração, velando nela com ação de graças; ...” (Col. 4:2)
A vida de oração, leva a vigilância, que leva a resultados materializados em bênçãos. A vida de oração, não permite que sejamos enganados ou pegos de surpresa. A vida de oração, leva o obreiro a consagração; conforme determinado pelo Senhor Deus: “Portanto, santificai-vos e sede santos, pois eu sou o Senhor, vosso Deus. E guardai os meus estatutos e cumpri-os. Eu sou o Senhor que vos santifica.” (Lev. 20:7,8)
Aqueles que desejam e sinceramente se esforçam em consagrar-se a Deus, são galardoados com o conhecimento da verdade. Esse conhecimento significa: entre outra coisa; libertação e prosperidade: “Porque em tudo fostes enriquecidos nele, em toda a palavra e em todo o conhecimento.” (1Cor. 1:5)
Como na parábola dos talentos (Mt. 25:14a), tudo o que recebemos da parte do Senhor, nos é dado para que venhamos multiplicar. Assim sendo, em relação ao conhecimento da palavra, precisamos fazê-la prosperar em nossas vidas através das nossas próprias experiências. Se recebermos o conhecimento da palavra e não tivermos experiências com ela, se a palavra não for manifestada através da nossa vida (no dia-a-dia); então, seremos como aquele que enterrou o talento que lhe foi confiado. Viver a palavra em toda sua excelência e plenitude tem o poder de nos lavar de todas as imundícias espirituais e carnais. Por que, por essa palavra também somos sarados: “De todas as suas transgressões que cometeu não haverá lembrança contra ele; pela sua justiça que praticou, viverá.” (Ez.18:22)
Certo estrategista militar certa vez declarou: ... a melhor defesa é o ataque. Para o obreiro que tem visão espiritual, sabedor que todos os dias são dias de batalha, atuar na defesa do evangelho para ele é como beber água, comer, dormir; disso depende sua própria vida. Ele sabe que se defender; significa estar sendo atacado. Sabe que o combate nem sempre se trava no campo de batalha. Sabe que algumas vezes, se luta também na retaguarda. Sabe que nem sempre se usam as armas convencionais. Conhece que as calúnias, traições e afrontas também fazem parte do arsenal bélico usado pelo nosso adversário. O apóstolo Paulo, sofreu esse tipo de ataque: “Temos achado que este homem é uma peste e promotor de sedições entre todos os judeus, por todo o mundo, e o principal defensor da seita dos nazarenos;...” (At.24:5)
Por isso, é necessário ter certeza absoluta e firme convicção quanto a causa pela qual se está lutando. A dúvida leva ao medo, que leva a covardia, que leva a perseguição, que leva a fraqueza, que leva a fuga, que leva a derrota, que leva a escravidão.
Estar no campo de batalha, gera desconforto, privações, sofrimentos e experiências desagradáveis. Tudo isso só será superado se acreditarmos na causa pela qual estamos lutando. se por ela decidimos dar nossa própria vida. Neste caso, ainda uma vez recorremos ao apóstolo Paulo; para confirmação da nossa fé: “... por cuja causa padeço também isto, mas não me envergonho, porque eu sei em quem tenho crido e estou certo de que é poderoso para guardar o meu depósito até àquele Dia.” (2Tim.1:12)
Para se crer inabalávelmente na palavra de Deus; que nos leva a ter fé; é necessário ter visão espiritual. Somente com os olhos da fé, podemos enxergar o que não pode ser visto com nossos olhos carnais. Mas não basta apenas ter visão ou revelação espiritual. É necessário estar em íntima e santa comunhão com Deus; para que aquilo que nos for dado; sejam visões, sejam revelações, profecias ou ensinamentos, venhamos revelar-las aos homens.
Entre os anos de 740/710 AC, um homem de Deus; o Profeta Miquéias recebeu e nos revelou uma das mais lindas promessas feita por Deus a humanidade: “E tu, Belém Efrata, posto que pequena entre milhares de Judá, de ti me sairá o que será Senhor em Israel, e cujas origens são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade.” (Miq.5:2)
De tudo o que aprendemos até agora, e com toda importância que possa ter e significar em nossa vida espiritual; valor ou proveito algum terá se o Senhor Deus não receber de nossa parte como oferta (aproximação) de sacrifício e renúncia.
O valor do obreiro aprovado, está em desistir de algo que o agrada ou convém; voluntariamente. Renegar, rejeitar o que está em nós ou no mundo, por amor a Cristo. Dispor-se a desistir de sonhos, projetos, renegar costumes, vontades, tradições. Rejeitar o cômodo, o certo, o vantajoso.
Recomeçar fundamentado naquilo que não se vê; mas se crê. Seguindo os passos do Mestre quando Ele diz: “E, chamando a si a multidão, com os seu discípulos, disse-lhes: Se alguém quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome a sua cruz, e siga-me.” (Mc.8:34)
Amém!
O obreiro aprovado é aquele que: em primeiro lugar ama a Deus e a Sua Palavra acima de tudo.Sabe que não é ele; mas Cristo em sua própria vida.
O obreiro aprovado entende que foi escolhido, chamado e eleito pelo próprio Deus, de quem recebe o selo das primícias espirituais quando, pela unção do Espírito Santo e através da autoridade do ministério a qual está subordinado, conscientiza-se de que servir a Deus e batalhar pela defesa do Evangelho; implícita submeter-se, obedecer e fazer não aquilo que pensa ou acha, mas, tudo o que for necessário para a continuação da vitória de Cristo.
O obreiro é um operário qualificado, que trabalha a serviço do Reino de Deus. Esse trabalho é continuo e sem descanso. Ele nunca se despe do “seu uniforme” de trabalho. Seu uniforme é espiritual, logo, sobre-pôe-se à vestimenta terrena.
Seja um policial, professor, motorista, dona de casa ou estudante. Qualquer que seja sua ocupação secular, sempre estará sobre ele seu uniforme de trabalho espiritual. Deste ele não pode se despir jamais.
A qualquer momento, a farda do policial, o giz do professor, o veículo do motorista, os afazeres da dona de casa ou o material didático do estudante poderão ser substituídos pelas ferramentas ou armas usadas pelo obreiro. Nesse momento, o cidadão comum se torna o soldado da resistência. Apto e disposto a combater o bom combate.
No entanto, existem alguns aspectos que são necessários e fundamentais, a serem observados e vividos pelo obreiro que deseja realmente ser aprovado e servir fielmente seu Senhor.
1º - CONVERSÃO
Significa: mudança de direção, mudança, transformação ou adaptação.
É preciso demonstrar conversão em todas as áreas da vida. No modo de pensar, falar, agir. Na fartura ou na escassez. Na alegria ou na tristeza. Quando honrado ou quando contrariado. Com saúde ou enfermo. No comando ou sendo subordinado. Amando ou sendo desprezado. Em casa ou em público.
A tempo ou a fora-de-tempo. A verdadeira conversão é visível. Por isso mesmo, tem a capacidade de impressionar (produzir, deixar uma marca, transformar pela luz) as pessoas a nosso redor e o mundo.
2º - SUBMISSÃO
Significa: ato ou efeito de submeter-se, obediência voluntária, sujeição.
Reconhecendo a autoridade ministerial e espiritual que está sobre sua liderança, e identificando em seu líder espiritual o caráter de Deus, o obreiro não se sente submisso (que está em posição ou lugar inferior, resignado, conformado). Ao contrário, sente-se honrado e privilegiado em poder obedecer.
3º - OBEDECER
Significa: sujeitar-se à vontade de, cumprir ordens, deixar-se conduzir, estar sob uma força ou influência, ceder.
O obreiro aprovado alegra-se em cumprir todas as ordens ou determinações vindas da direção do ministério. Está sempre pronto a servir. Não questiona, não despreza e nem negligencia. Porque confia no seu Deus, sabe que Ele é fiel.
Quando o obreiro examina e entende o real significado desses três aspectos acima citados; significa que tem consciência do seu chamado.
O próprio Senhor Jesus declara: “Não me escolhestes vós a mim, mas eu vos escolhi a vós, e vos nomeei, para que vades e deis frutos, e o vosso fruto permaneça, a fim de que tudo quanto em meu nome pedirdes ao Pai ele vos conceda.” (Jo.15:16).
Saber-se escolhido pelo próprio Senhor Jesus, leva o obreiro a desejar conhecê-lo mais intimamente, desejando ser como Ele é. “Sede, pois imitadores de Deus, como a filhos amados;” (Ef.5:1).
Para sermos igual a alguém naquilo que essa pessoa em de melhor, precisamos conhecê-lo. Para sermos imitadores então, precisamos conhecer intimamente, em detalhes; não deixando que nada passe desapercebido. É necessário neste caso, estar no mesmo espírito. Como nossos irmãos da Igreja primitiva. “Todos os que criam estavam juntos e tinham tudo em comum” (At.2:44).
A visão do obreiro aprovado é de crescimento do ministério. O ide pregado pelo Senhor Jesus, refere-se a sua Igreja estabelecida nos quatro cantos da terra. Somos comparados a árvore que dá frutos. Vistos por Deus como seu povo no Egito: “... os filhos de Israel frutificaram, e aumentaram muito, e multiplicaram-se, e foram fortalecidos grandemente; de maneira que a terra se encheu deles.” (Ex.1:7).
É preciso estar solidamente firmado e estruturado espiritualmente para ser visto e reconhecido por Deus como um verdadeiro obreiro.
Fincar raízes espirituais, implica uma vida de oração; como nos ensina Paulo: “Perseverai em oração, velando nela com ação de graças; ...” (Col. 4:2)
A vida de oração, leva a vigilância, que leva a resultados materializados em bênçãos. A vida de oração, não permite que sejamos enganados ou pegos de surpresa. A vida de oração, leva o obreiro a consagração; conforme determinado pelo Senhor Deus: “Portanto, santificai-vos e sede santos, pois eu sou o Senhor, vosso Deus. E guardai os meus estatutos e cumpri-os. Eu sou o Senhor que vos santifica.” (Lev. 20:7,8)
Aqueles que desejam e sinceramente se esforçam em consagrar-se a Deus, são galardoados com o conhecimento da verdade. Esse conhecimento significa: entre outra coisa; libertação e prosperidade: “Porque em tudo fostes enriquecidos nele, em toda a palavra e em todo o conhecimento.” (1Cor. 1:5)
Como na parábola dos talentos (Mt. 25:14a), tudo o que recebemos da parte do Senhor, nos é dado para que venhamos multiplicar. Assim sendo, em relação ao conhecimento da palavra, precisamos fazê-la prosperar em nossas vidas através das nossas próprias experiências. Se recebermos o conhecimento da palavra e não tivermos experiências com ela, se a palavra não for manifestada através da nossa vida (no dia-a-dia); então, seremos como aquele que enterrou o talento que lhe foi confiado. Viver a palavra em toda sua excelência e plenitude tem o poder de nos lavar de todas as imundícias espirituais e carnais. Por que, por essa palavra também somos sarados: “De todas as suas transgressões que cometeu não haverá lembrança contra ele; pela sua justiça que praticou, viverá.” (Ez.18:22)
Certo estrategista militar certa vez declarou: ... a melhor defesa é o ataque. Para o obreiro que tem visão espiritual, sabedor que todos os dias são dias de batalha, atuar na defesa do evangelho para ele é como beber água, comer, dormir; disso depende sua própria vida. Ele sabe que se defender; significa estar sendo atacado. Sabe que o combate nem sempre se trava no campo de batalha. Sabe que algumas vezes, se luta também na retaguarda. Sabe que nem sempre se usam as armas convencionais. Conhece que as calúnias, traições e afrontas também fazem parte do arsenal bélico usado pelo nosso adversário. O apóstolo Paulo, sofreu esse tipo de ataque: “Temos achado que este homem é uma peste e promotor de sedições entre todos os judeus, por todo o mundo, e o principal defensor da seita dos nazarenos;...” (At.24:5)
Por isso, é necessário ter certeza absoluta e firme convicção quanto a causa pela qual se está lutando. A dúvida leva ao medo, que leva a covardia, que leva a perseguição, que leva a fraqueza, que leva a fuga, que leva a derrota, que leva a escravidão.
Estar no campo de batalha, gera desconforto, privações, sofrimentos e experiências desagradáveis. Tudo isso só será superado se acreditarmos na causa pela qual estamos lutando. se por ela decidimos dar nossa própria vida. Neste caso, ainda uma vez recorremos ao apóstolo Paulo; para confirmação da nossa fé: “... por cuja causa padeço também isto, mas não me envergonho, porque eu sei em quem tenho crido e estou certo de que é poderoso para guardar o meu depósito até àquele Dia.” (2Tim.1:12)
Para se crer inabalávelmente na palavra de Deus; que nos leva a ter fé; é necessário ter visão espiritual. Somente com os olhos da fé, podemos enxergar o que não pode ser visto com nossos olhos carnais. Mas não basta apenas ter visão ou revelação espiritual. É necessário estar em íntima e santa comunhão com Deus; para que aquilo que nos for dado; sejam visões, sejam revelações, profecias ou ensinamentos, venhamos revelar-las aos homens.
Entre os anos de 740/710 AC, um homem de Deus; o Profeta Miquéias recebeu e nos revelou uma das mais lindas promessas feita por Deus a humanidade: “E tu, Belém Efrata, posto que pequena entre milhares de Judá, de ti me sairá o que será Senhor em Israel, e cujas origens são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade.” (Miq.5:2)
De tudo o que aprendemos até agora, e com toda importância que possa ter e significar em nossa vida espiritual; valor ou proveito algum terá se o Senhor Deus não receber de nossa parte como oferta (aproximação) de sacrifício e renúncia.
O valor do obreiro aprovado, está em desistir de algo que o agrada ou convém; voluntariamente. Renegar, rejeitar o que está em nós ou no mundo, por amor a Cristo. Dispor-se a desistir de sonhos, projetos, renegar costumes, vontades, tradições. Rejeitar o cômodo, o certo, o vantajoso.
Recomeçar fundamentado naquilo que não se vê; mas se crê. Seguindo os passos do Mestre quando Ele diz: “E, chamando a si a multidão, com os seu discípulos, disse-lhes: Se alguém quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome a sua cruz, e siga-me.” (Mc.8:34)
Amém!
A Alma
. A ALMA
“Purificando a vossa alma na obediência à verdade, para caridade fraternal, não fingida, amai-vos ardentemente uns aos outros, com um coração puro;...” (1Pe.1:22).
A visão de Deus para a humanidade é a salvação da alma do homem. O Senhor Jesus como Sumo Sacerdote, fez-se como cordeiro imaculado; para o perdão dos nossos pecados, e, conseqüente resgate da nossa alma: “... mas com o precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro imaculado e incontaminado, ...” (1Pe.1:19).
O homem é corpo, espírito e alma. O corpo, porquanto formado do pó da terra (“E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra ...”- Gen.2:7ª): a terra voltará transformado em cinza. O Espírito pertence a Deus (“... e soprou em seus narizes o fôlego da vida...” – Gen.2:7b), que o soprou nas narinas de Adão; logo, a Deus voltará. A alma, está reservado o julgamento no dia do juízo final; que lhe reservará de dois; um destino (“...pois tu livraste a minha alma da morte,...”- Sl.56:13a ).
Está nos planos de Deus que a alma viva eternamente, e esses planos não poderão jamais ser impedidos; enquanto o homem se sujeitar a viver em total obediência a Palavra. Por isso, o Senhor Jesus declara: “Passará o céu e a terra, mas as minhas palavras não hão de passar.” (Luc.21:33).
A alma é a parte do corpo humano responsável por registrar todas as sensações e emoções. Boas ou más, tudo fica registrado; de maneira que o homem seja aquilo que vai em sua alma.
“Tão-somente guarda-te a ti mesmo e guarda bem a tua alma, que te não esqueças daquelas coisas que os teus olhos tem visto, e se não apartem do teu coração todos os dias da tua vida, e as farás saber a teus filhos e aos filhos de teus filhos. (Deut.4:9).
A alma, é conforme a imagem e semelhança de Deus Pai, e Deus Filho. Não podemos entender que o Pai e o Filho, quando decidiram: “...Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança...” (Gen.1:26a), estivessem se referindo a esse corpo corrupto, logo, sujeito a toda sorte de imperfeições e imundícias, fadado ao desaparecimento em cinzas.
Deus é Espírito, Seu Filho é Espírito (“...o qual é imagem do Deus invisível, o primogênito de toda criação.” (Col.1:15). Logo, somos como Ele; se gerados de novo pela Palavra.
O Senhor Jesus foi “...feito primícias dos que dormem. (1Cor.15:20b). Por isso, cremos que seremos eternos; pois se dormimos; é que um dia seremos acordados; para vê-lo como realmente Ele é: “Porque o que dantes conheceu, também os predestinou para serem conforme à imagem de seu Filho, a fim de ele seja o primogênito entre muitos irmãos.” (Rom.8:29).
Na verdade, podemos entender que a luta do espírito não é contra a carne; no sentido corpo humano, mas sim contra as impressões humanas que são provadas pela carne, ou, demonstradas através dela; ficando essas impressões registradas na alma.
Podemos ilustrar a alma como o negativo (filme) da máquina fotográfica; quando este registra o que é visto e, mais ainda; que é focado através da lente da máquina. Após o filme ser revelado, é que poderemos perceber as perfeições ou não daquilo que foi captado pela lente (o corpo) e registrado no filme (a alma).
Por isso, precisamos a cada dia nos esforçar para registrar em nossa alma somente as boas imagens. O Senhor Jesus nos ensina no sermão da montanha: “Sede vós, pois, perfeitos, como é perfeito vosso Pai, que está nos céus.” (Mat.5:48).
O homem exterior é o reflexo da sua alma. Aquilo que ele pensa, ouve e fala, acaba traduzindo em suas ações. Aquilo que ele aparenta, o que possui, o que pede ou o que dá; são manifestações da sua alma.
O espelho reflete o que está diante dele. O vidro de perfume quando aberto, exala o perfume da essência guardada em seu interior. O alimento servido à mesa, desperta o apetite e dá a sensação de prazer antes mesmo de ingeri-lo; quanto a sua aparência e aroma. O veneno em si, não tem a face da morte; até ser ingerido. Por isso, o Apóstolo João escreveu: “Amado, desejo que te vá bem em todas as coisas e que tenhas saúde, assim como bem vai a tua alma.” (3 Jo.2).
O corpo humano é como o veículo inventado pelo homem para conduzi-lo. Esse veículo não se locomove sozinho. É preciso um condutor. Se for bem dirigido; chegará ao seu destino em boa hora e em bom estado de conservação. Porém, se for mal dirigido; fará um trajeto conturbado. Irá por maus caminhos e com isso não chegará em bom estado. Muito pelo contrário, ficará na estrada sem quem lhe possa socorrer e sujeito a todo tipo de sofrimento.
O Apóstolo Pedro escreveu: “... alcançando o fim da vossa fé, a salvação da alma.” (1Ped.1:9). Essa palavra, é uma promessa que se cumprirá em nossa vida como conseqüência da nossa obediência a Deus através da Sua Palavra.
Observe: “Deus não é homem, para que minta; nem filho do homem, para que se arrependa; porventura, diria ele e não o faria? Ou falaria e não o confirmaria? (Num.23:19).
Agora: “De tudo o que se tem ouvido, o fim é: Teme a Deus e guarda os seus mandamentos; porque este é o dever de todo homem.” (Ecl.12:13).
Concluímos que:O Senhor Deus liberou a sua palavra. Não pode ser revogada pelo homem. Ele só a libera àqueles em quem vê o desejo de vê-la materializada em suas vidas. A nós, cabe o princípio de toda sabedoria; ou seja: temer a Deus, receber sua palavra, guardá-la e finalmente colocá-la em ação; executando-a, determinando-a.
Nossa querida irmã Maria, mãe do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, expressa maravilhosamente bem o que se espera do homem conforme o verdadeiro sentido da palavra escrita em Gen. 1:26: “...Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança;...”; quando ela declara em cânticos de louvor: “... a minha alma engrandece ao Senhor, e o meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador.” (Luc.1:46b-47).
Quando os Apóstolos foram mais alma; deixaram tudo e seguiram o Senhor Jesus.Quando foram mais alma; lançaram as redes e protagonizaram a pesca maravilhosa. Quando foi mais alma; Pedro andou sobre as águas.
Os Apóstolos, no Nome do Senhor Jesus, curaram enfermos, expulsaram demônios, ressuscitaram mortos, pregaram o Evangelho com ousadia e autoridade, enfrentaram reis, prisões, açoites, injúrias, perseguições, fome, frio e até a própria morte. Na fraqueza se fizeram fortes. Na humilhação foram exaltados. Na morte renasceram. Tudo isso; quando foram “mais alma.”
Portanto, vivamos neste mundo, não para as concupiscências da carne (desejo exagerado de prazer carnal), mas para a purificação, santificação e conservação da herança eterna para nossa alma.
Enquanto nossa alma estiver presa a este corpo, aprofundemo-nos na palavra escrita em Rom.12:1,2: “Rogo-vos, pois irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis o vosso corpo em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.”
Amém!
“Purificando a vossa alma na obediência à verdade, para caridade fraternal, não fingida, amai-vos ardentemente uns aos outros, com um coração puro;...” (1Pe.1:22).
A visão de Deus para a humanidade é a salvação da alma do homem. O Senhor Jesus como Sumo Sacerdote, fez-se como cordeiro imaculado; para o perdão dos nossos pecados, e, conseqüente resgate da nossa alma: “... mas com o precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro imaculado e incontaminado, ...” (1Pe.1:19).
O homem é corpo, espírito e alma. O corpo, porquanto formado do pó da terra (“E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra ...”- Gen.2:7ª): a terra voltará transformado em cinza. O Espírito pertence a Deus (“... e soprou em seus narizes o fôlego da vida...” – Gen.2:7b), que o soprou nas narinas de Adão; logo, a Deus voltará. A alma, está reservado o julgamento no dia do juízo final; que lhe reservará de dois; um destino (“...pois tu livraste a minha alma da morte,...”- Sl.56:13a ).
Está nos planos de Deus que a alma viva eternamente, e esses planos não poderão jamais ser impedidos; enquanto o homem se sujeitar a viver em total obediência a Palavra. Por isso, o Senhor Jesus declara: “Passará o céu e a terra, mas as minhas palavras não hão de passar.” (Luc.21:33).
A alma é a parte do corpo humano responsável por registrar todas as sensações e emoções. Boas ou más, tudo fica registrado; de maneira que o homem seja aquilo que vai em sua alma.
“Tão-somente guarda-te a ti mesmo e guarda bem a tua alma, que te não esqueças daquelas coisas que os teus olhos tem visto, e se não apartem do teu coração todos os dias da tua vida, e as farás saber a teus filhos e aos filhos de teus filhos. (Deut.4:9).
A alma, é conforme a imagem e semelhança de Deus Pai, e Deus Filho. Não podemos entender que o Pai e o Filho, quando decidiram: “...Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança...” (Gen.1:26a), estivessem se referindo a esse corpo corrupto, logo, sujeito a toda sorte de imperfeições e imundícias, fadado ao desaparecimento em cinzas.
Deus é Espírito, Seu Filho é Espírito (“...o qual é imagem do Deus invisível, o primogênito de toda criação.” (Col.1:15). Logo, somos como Ele; se gerados de novo pela Palavra.
O Senhor Jesus foi “...feito primícias dos que dormem. (1Cor.15:20b). Por isso, cremos que seremos eternos; pois se dormimos; é que um dia seremos acordados; para vê-lo como realmente Ele é: “Porque o que dantes conheceu, também os predestinou para serem conforme à imagem de seu Filho, a fim de ele seja o primogênito entre muitos irmãos.” (Rom.8:29).
Na verdade, podemos entender que a luta do espírito não é contra a carne; no sentido corpo humano, mas sim contra as impressões humanas que são provadas pela carne, ou, demonstradas através dela; ficando essas impressões registradas na alma.
Podemos ilustrar a alma como o negativo (filme) da máquina fotográfica; quando este registra o que é visto e, mais ainda; que é focado através da lente da máquina. Após o filme ser revelado, é que poderemos perceber as perfeições ou não daquilo que foi captado pela lente (o corpo) e registrado no filme (a alma).
Por isso, precisamos a cada dia nos esforçar para registrar em nossa alma somente as boas imagens. O Senhor Jesus nos ensina no sermão da montanha: “Sede vós, pois, perfeitos, como é perfeito vosso Pai, que está nos céus.” (Mat.5:48).
O homem exterior é o reflexo da sua alma. Aquilo que ele pensa, ouve e fala, acaba traduzindo em suas ações. Aquilo que ele aparenta, o que possui, o que pede ou o que dá; são manifestações da sua alma.
O espelho reflete o que está diante dele. O vidro de perfume quando aberto, exala o perfume da essência guardada em seu interior. O alimento servido à mesa, desperta o apetite e dá a sensação de prazer antes mesmo de ingeri-lo; quanto a sua aparência e aroma. O veneno em si, não tem a face da morte; até ser ingerido. Por isso, o Apóstolo João escreveu: “Amado, desejo que te vá bem em todas as coisas e que tenhas saúde, assim como bem vai a tua alma.” (3 Jo.2).
O corpo humano é como o veículo inventado pelo homem para conduzi-lo. Esse veículo não se locomove sozinho. É preciso um condutor. Se for bem dirigido; chegará ao seu destino em boa hora e em bom estado de conservação. Porém, se for mal dirigido; fará um trajeto conturbado. Irá por maus caminhos e com isso não chegará em bom estado. Muito pelo contrário, ficará na estrada sem quem lhe possa socorrer e sujeito a todo tipo de sofrimento.
O Apóstolo Pedro escreveu: “... alcançando o fim da vossa fé, a salvação da alma.” (1Ped.1:9). Essa palavra, é uma promessa que se cumprirá em nossa vida como conseqüência da nossa obediência a Deus através da Sua Palavra.
Observe: “Deus não é homem, para que minta; nem filho do homem, para que se arrependa; porventura, diria ele e não o faria? Ou falaria e não o confirmaria? (Num.23:19).
Agora: “De tudo o que se tem ouvido, o fim é: Teme a Deus e guarda os seus mandamentos; porque este é o dever de todo homem.” (Ecl.12:13).
Concluímos que:O Senhor Deus liberou a sua palavra. Não pode ser revogada pelo homem. Ele só a libera àqueles em quem vê o desejo de vê-la materializada em suas vidas. A nós, cabe o princípio de toda sabedoria; ou seja: temer a Deus, receber sua palavra, guardá-la e finalmente colocá-la em ação; executando-a, determinando-a.
Nossa querida irmã Maria, mãe do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, expressa maravilhosamente bem o que se espera do homem conforme o verdadeiro sentido da palavra escrita em Gen. 1:26: “...Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança;...”; quando ela declara em cânticos de louvor: “... a minha alma engrandece ao Senhor, e o meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador.” (Luc.1:46b-47).
Quando os Apóstolos foram mais alma; deixaram tudo e seguiram o Senhor Jesus.Quando foram mais alma; lançaram as redes e protagonizaram a pesca maravilhosa. Quando foi mais alma; Pedro andou sobre as águas.
Os Apóstolos, no Nome do Senhor Jesus, curaram enfermos, expulsaram demônios, ressuscitaram mortos, pregaram o Evangelho com ousadia e autoridade, enfrentaram reis, prisões, açoites, injúrias, perseguições, fome, frio e até a própria morte. Na fraqueza se fizeram fortes. Na humilhação foram exaltados. Na morte renasceram. Tudo isso; quando foram “mais alma.”
Portanto, vivamos neste mundo, não para as concupiscências da carne (desejo exagerado de prazer carnal), mas para a purificação, santificação e conservação da herança eterna para nossa alma.
Enquanto nossa alma estiver presa a este corpo, aprofundemo-nos na palavra escrita em Rom.12:1,2: “Rogo-vos, pois irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis o vosso corpo em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.”
Amém!
Assinar:
Postagens (Atom)