“E, passando Jesus, viu um homem cego de nascença. E os seus discípulos lhe perguntaram dizendo: Rabi, quem pecou, este ou seus pais, para que nascesse cego? Jesus respondeu: Nem ele pecou nem seus pais; mas foi assim para que se manifestem nele as obras de Deus.”
João 9:1,2,3
O Senhor Jesus, durante seu ministério terreno nunca deixou passar despercebido aqueles que sofriam qualquer tipo de mal. Todos quantos estavam em seu caminho eram por Ele notados, e prontamente assistidos.
À proporção que a palavra vai sendo pregada, e na medida em que o Evangelho vai sendo semeado pelos quatro cantos do mundo, o Senhor Jesus na pessoa do seu Santo Espírito vai alcançando todos os que sofrem.
A humanidade, apesar de tantos séculos passados, continua com a mesma ignorância e dúvidas que são demonstradas pelos discípulos de Jesus; no texto acima.
Com sua limitada visão terrena, o homem continua enxergando apenas o que lhe é aparente. Por isso, faz continuamente acepção entre homem e homem; julgando a sorte de seu próximo pelo aspecto físico, mental, social, religioso, familiar e outros conceitos humanos, onde procuram justificativas para continuar vivendo como querem, e não como sempre desejou o Senhor Deus a nosso respeito.
Todos que seguem algum tipo de religião agem dessa maneira. O coração do homem está impreguinado de dúvidas e medos. Por isso, o homem procura em doutrina de homens as respostas que nunca terá.
Fazendo perguntas que expressam todo seu desespero e impotência – como viajante solitário que insiste em continuar sua jornada em noite sem lua nem estrelas – o homem segue caminhando; não porque deseja chegar ao seu destino, mas, porque não consegue parar, descansar e esperar pelo dia que com certeza virá.
Através da sua palavra infalível, o Cristo vivo encerra toda dúvida humana. Não pode ser revogado o decreto estabelecido pelo Rei dos Reis. Nada nem ninguém se sustem diante da autoridade daquele que pelo poder da sua palavra criou todas as coisas. -“E ele é antes de todas as coisas, e todas as coisas subsistem por ele.” (Col.1:17)
Cristo estava ensinando seus discípulos, e, continua nos ensinando que o pecado, ou seja o plano do diabo para destruição do homem não subsistirá. Ele veio com a missão suprema de nos abençoar. – “Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o qual nos abençoou com todas as bênçãos espirituais nos lugares celestiais em Cristo” Ef.1:3
No Cristo crucificado e ressurreto está nossa garantia de vitória contra a cegueira, a paralisia, a demência, a miséria ou qualquer outra tentativa inútil de nos afastar do amor de Cristo.
Deus abençoe.
terça-feira, 30 de setembro de 2008
sábado, 16 de agosto de 2008
...minha graça te basta...
“...a minha graça te basta...” A nação de Israel foi declarada fundada em 1948. Um dia após esta proclamação, foi agredida violentamente pelo povo árabe. Até hoje foram mais três tentativas de subjugar o povo de Deus – 56 – 67 – 73 – todas elas milagrosamente repelidas. Porque milagrosamente? Porque são aproximadamente 7 milhões de Judeus contra 14 países árabes; totalizando mais de 100 milhões de habitantes. Se levarmos em conta os atos de terrorismo, sabotagem diplomática e outras artimanhas a que os Judeus são obrigados a suportar.
A milhares de anos atrás o povo cantava: Saul venceu seus milhares, mas Davi a seus dez milhares.Por terem rejeitado a pessoa do Senhor Jesus como único e verdadeiro filho do Deus vivo; o povo Judeu vive ainda sob a benção das promessas de Deus. O grande rei Davi como escolhido e declarado pelo Altíssimo segundo Seu coração; estava sobre a benção da promessa. Se a benção pela promessa garante vitórias, imagine viver sobre e sob a Graça de Deus. Como Paulo, também somos Bem – aventurados ao ouvir o Mestre nos falando: “... a minha graça te basta...”
A milhares de anos atrás o povo cantava: Saul venceu seus milhares, mas Davi a seus dez milhares.Por terem rejeitado a pessoa do Senhor Jesus como único e verdadeiro filho do Deus vivo; o povo Judeu vive ainda sob a benção das promessas de Deus. O grande rei Davi como escolhido e declarado pelo Altíssimo segundo Seu coração; estava sobre a benção da promessa. Se a benção pela promessa garante vitórias, imagine viver sobre e sob a Graça de Deus. Como Paulo, também somos Bem – aventurados ao ouvir o Mestre nos falando: “... a minha graça te basta...”
terça-feira, 5 de agosto de 2008
O preço da salvação.
“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o se Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” Jo.3:16
Não foi apenas com o último suspiro e entregando Seu espírito ao Pai que o Senhor Jesus nos deu garantias para alcançar a vida eterna. Houve antes toda uma trajetória de renúncia, amor e sofrimento. A decepção com a traição. O ultraje da prisão. A injustiça do julgamento ilegal. A humilhação dos escárnios. A dor do suplicio sob o chicote romano. A zombaria na coroa de espinhos que lhe feria até o crânio. O peso da cruz sobre o corpo debilitado por uma noite insone e torturadora. O dobrar dos joelhos seguindo-se as quedas no caminho do Gólgota. A dor dilacerante dos cravos perfurando pele, músculos e ossos. A agonia ao tentar respirar com os pulmões esmagados sob o peso do corpo dependurado no madeiro. A tristeza profunda e o pesar por aqueles que Ele podia do alto contemplar e pelos quais rogou ao Pai por misericórdia. Todo esse processo de dar-se, permitiu que o Senhor Jesus cumprisse toda vontade do Pai. E como cordeiro mudo foi imolado e sacrificado para cobrir multidões de pecados.
Honremos a cruz de Cristo; vivendo como Ele nos ensinou: Pai, seja feita a Sua vontade, assim na terra como no céu.
Não foi apenas com o último suspiro e entregando Seu espírito ao Pai que o Senhor Jesus nos deu garantias para alcançar a vida eterna. Houve antes toda uma trajetória de renúncia, amor e sofrimento. A decepção com a traição. O ultraje da prisão. A injustiça do julgamento ilegal. A humilhação dos escárnios. A dor do suplicio sob o chicote romano. A zombaria na coroa de espinhos que lhe feria até o crânio. O peso da cruz sobre o corpo debilitado por uma noite insone e torturadora. O dobrar dos joelhos seguindo-se as quedas no caminho do Gólgota. A dor dilacerante dos cravos perfurando pele, músculos e ossos. A agonia ao tentar respirar com os pulmões esmagados sob o peso do corpo dependurado no madeiro. A tristeza profunda e o pesar por aqueles que Ele podia do alto contemplar e pelos quais rogou ao Pai por misericórdia. Todo esse processo de dar-se, permitiu que o Senhor Jesus cumprisse toda vontade do Pai. E como cordeiro mudo foi imolado e sacrificado para cobrir multidões de pecados.
Honremos a cruz de Cristo; vivendo como Ele nos ensinou: Pai, seja feita a Sua vontade, assim na terra como no céu.
quinta-feira, 17 de julho de 2008
A chamada de Abrão.
O CHAMADO DE ABRÃO
“Ora, o Senhor disse a Abrão: Sai-te da tua terra, e da tua parentela, e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei,” (Gen.12:1).
Abrão foi o escolhido do Senhor para ser pai de uma nova geração. Era Semita, ou seja; fazia parte dos povos orientais, como Assírios, Fenícios e Árabes- entre outros- conhecidos como Hebreus.
Encontrava-se em Harã, onde chegara acompanhando seu pai Tera, quando recebeu o chamado de Deus para ir a um lugar que lhe seria mostrado no caminho. Ouve a voz do Senhor e a aceita; colocando-a em prática ao obedecer sem questionar.
Abandonar o lugar onde se está vivendo a algum tempo, quando já se tem tudo organizado, esquematizado. Onde a vida se acomoda e segue seu curso normal, dia após dia. Deixar para traz a parentela e o grupo social de convívio; tudo isso equivalia naquela época, não só ao desconforto do recomeço, como também, perder algo do apoio que as famílias vivendo juntas garantiam umas as outras.
Deixar pai, mãe, irmãos, tios, primos, etc. significava também a perda do elo emocional que garantia a unidade estrutural das tribos; tão essencial a segurança, como a própria sobrevivência e continuidade do clero.
Abrão sequer sabia para onde iria. Simplesmente obedeceu a ordem dada pelo Senhor que ele conhecia como o Deus todo poderoso.
Seguindo o exemplo de Abrão, aprendemos que obedecer a Deus é fazer a Sua vontade, não questionar. É separar-se do mundo e de todas as coisas que de uma maneira ou de outra nos impeçam de atendê-Lo prontamente. Obedecemos a Deus quando reconhecemos como Sua a voz que fala ao nosso coração. Nesse momento, não cabe dúvida quanto a origem da voz que ouvimos- se de homem ou se de Deus-. Porquanto o Espírito Santo nos alerta: “...porque surgirão falsos cristos e falsos profetas e farão tão grandes sinais e prodígios, que, se possível fora, enganariam até os escolhidos.” (Mat.24:24).
Aos 75 anos Abrão ouve do Senhor a respeito da geração que lhe seria dada através da sua própria semente. A promessa dizia respeito ao herdeiro que viria através da relação carnal de Abrão com sua esposa Sarai.
Passados dez anos, Abrão continua esperando no Senhor; embora começasse a sentir mudanças naturais - ao tempo- em seu corpo.
Muitas vezes, nós, com o passar dos anos nos esquecemos ou começamos a duvidar das promessas do Senhor a nosso respeito. Começamos a olhar com os olhos da carne e a raciocinar com nosso entendimento humano. Esquecemo-nos das palavras do Senhor, quando Ele diz: “... assim será a palavra que sair da minha boca; ela não voltará para mim vazia; antes, fará o que me apraz e prosperará naquilo para que a enviei.” (Iz.55:11).
Sarai então resolve ajudar a Deus. Com sua incredulidade fortalecida pelo amortecimento da carne; gerado pelo tempo, incita Abrão a se relacionar com a serva Agar; para segundo seu entendimento, garantir a existência do herdeiro mencionado e prometido por Deus.
Ismael – o filho gerado por esse relacionamento – não é o filho da promessa. Torna-se, isso sim, fruto da desobediência; causa primária de todos os males desse mundo.
No entanto, nosso Deus é misericordioso e sempre pronto a nos dar novas oportunidades. Passados 13 anos após o nascimento de Ismael, Abrão agora com 99anos é novamente abençoado com a renovação da promessa a respeito daquele que seria seu legítimo herdeiro; gerado no ventre de sua esposa Sarai. Deus muda o nome de Abrão – pai de altura – para Abraão – pai de uma multidão - : “E disse Deus: Na verdade, Sara, tua mulher, te dará um filho, e chamarás o seu nome Isaque: e com ele estabelecerei o meu concerto, por concerto perpétuo para a sua semente depois dele.” (Gen.17:19).
Abraão, foi o primeiro exemplo, mas Deus ao longo dos séculos tem honrado sua palavra para com os homens.
Isaque, Jacó, José, Moisés, os Profetas, os juízes, Reis, Rainhas, fazendeiros, lavradores, doutores, jovens, idosos, solteiros, casados, ricos ou pobres; o Senhor tem falado a cada um; a seu tempo. Tem feito e cumprido promessas; porque Ele é Deus.: “O Senhor não retarda a sua promessa, ainda que alguns a têm por tardia; mas é longãnimo para convosco, não querendo que alguns se percam, senão que todos venham a arrepender-se.” (2Pe.3:9).
Logo que; o segredo para que se cumpram as promessas do Senhor em nossas vidas, está em obedecer a palavra de Deus. Nela está a vitória. O como, quando e por onde ir. Nela está o nome Santo do único mediador entre Deus e os homens: Jesus Cristo: “Porque há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo, homem.” (1Tim.2:5).
Na palavra de Deus está a advertência de que nossa luta não é contra aquele que nos persegue, injúria, maltrata ou injustiça. Ele diz: “No demais, irmãos meus, fortalecei-vos no Senhor e na força do seu poder. Revesti-vos de toda armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do diabo; porque não temos que lutar contra carne e sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais.” (Ef.6:10-12).
Amém.
“Ora, o Senhor disse a Abrão: Sai-te da tua terra, e da tua parentela, e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei,” (Gen.12:1).
Abrão foi o escolhido do Senhor para ser pai de uma nova geração. Era Semita, ou seja; fazia parte dos povos orientais, como Assírios, Fenícios e Árabes- entre outros- conhecidos como Hebreus.
Encontrava-se em Harã, onde chegara acompanhando seu pai Tera, quando recebeu o chamado de Deus para ir a um lugar que lhe seria mostrado no caminho. Ouve a voz do Senhor e a aceita; colocando-a em prática ao obedecer sem questionar.
Abandonar o lugar onde se está vivendo a algum tempo, quando já se tem tudo organizado, esquematizado. Onde a vida se acomoda e segue seu curso normal, dia após dia. Deixar para traz a parentela e o grupo social de convívio; tudo isso equivalia naquela época, não só ao desconforto do recomeço, como também, perder algo do apoio que as famílias vivendo juntas garantiam umas as outras.
Deixar pai, mãe, irmãos, tios, primos, etc. significava também a perda do elo emocional que garantia a unidade estrutural das tribos; tão essencial a segurança, como a própria sobrevivência e continuidade do clero.
Abrão sequer sabia para onde iria. Simplesmente obedeceu a ordem dada pelo Senhor que ele conhecia como o Deus todo poderoso.
Seguindo o exemplo de Abrão, aprendemos que obedecer a Deus é fazer a Sua vontade, não questionar. É separar-se do mundo e de todas as coisas que de uma maneira ou de outra nos impeçam de atendê-Lo prontamente. Obedecemos a Deus quando reconhecemos como Sua a voz que fala ao nosso coração. Nesse momento, não cabe dúvida quanto a origem da voz que ouvimos- se de homem ou se de Deus-. Porquanto o Espírito Santo nos alerta: “...porque surgirão falsos cristos e falsos profetas e farão tão grandes sinais e prodígios, que, se possível fora, enganariam até os escolhidos.” (Mat.24:24).
Aos 75 anos Abrão ouve do Senhor a respeito da geração que lhe seria dada através da sua própria semente. A promessa dizia respeito ao herdeiro que viria através da relação carnal de Abrão com sua esposa Sarai.
Passados dez anos, Abrão continua esperando no Senhor; embora começasse a sentir mudanças naturais - ao tempo- em seu corpo.
Muitas vezes, nós, com o passar dos anos nos esquecemos ou começamos a duvidar das promessas do Senhor a nosso respeito. Começamos a olhar com os olhos da carne e a raciocinar com nosso entendimento humano. Esquecemo-nos das palavras do Senhor, quando Ele diz: “... assim será a palavra que sair da minha boca; ela não voltará para mim vazia; antes, fará o que me apraz e prosperará naquilo para que a enviei.” (Iz.55:11).
Sarai então resolve ajudar a Deus. Com sua incredulidade fortalecida pelo amortecimento da carne; gerado pelo tempo, incita Abrão a se relacionar com a serva Agar; para segundo seu entendimento, garantir a existência do herdeiro mencionado e prometido por Deus.
Ismael – o filho gerado por esse relacionamento – não é o filho da promessa. Torna-se, isso sim, fruto da desobediência; causa primária de todos os males desse mundo.
No entanto, nosso Deus é misericordioso e sempre pronto a nos dar novas oportunidades. Passados 13 anos após o nascimento de Ismael, Abrão agora com 99anos é novamente abençoado com a renovação da promessa a respeito daquele que seria seu legítimo herdeiro; gerado no ventre de sua esposa Sarai. Deus muda o nome de Abrão – pai de altura – para Abraão – pai de uma multidão - : “E disse Deus: Na verdade, Sara, tua mulher, te dará um filho, e chamarás o seu nome Isaque: e com ele estabelecerei o meu concerto, por concerto perpétuo para a sua semente depois dele.” (Gen.17:19).
Abraão, foi o primeiro exemplo, mas Deus ao longo dos séculos tem honrado sua palavra para com os homens.
Isaque, Jacó, José, Moisés, os Profetas, os juízes, Reis, Rainhas, fazendeiros, lavradores, doutores, jovens, idosos, solteiros, casados, ricos ou pobres; o Senhor tem falado a cada um; a seu tempo. Tem feito e cumprido promessas; porque Ele é Deus.: “O Senhor não retarda a sua promessa, ainda que alguns a têm por tardia; mas é longãnimo para convosco, não querendo que alguns se percam, senão que todos venham a arrepender-se.” (2Pe.3:9).
Logo que; o segredo para que se cumpram as promessas do Senhor em nossas vidas, está em obedecer a palavra de Deus. Nela está a vitória. O como, quando e por onde ir. Nela está o nome Santo do único mediador entre Deus e os homens: Jesus Cristo: “Porque há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo, homem.” (1Tim.2:5).
Na palavra de Deus está a advertência de que nossa luta não é contra aquele que nos persegue, injúria, maltrata ou injustiça. Ele diz: “No demais, irmãos meus, fortalecei-vos no Senhor e na força do seu poder. Revesti-vos de toda armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do diabo; porque não temos que lutar contra carne e sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais.” (Ef.6:10-12).
Amém.
segunda-feira, 14 de julho de 2008
COMO VENCER AS LUTAS
COMO VENCER AS LUTAS
“Tenho-vos dito isso, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo; eu venci o mundo.” (João 16:33)
O Senhor Jesus; filho de Deus; com todo poder sobre céus, terra, mares; e até das profundezas do abismo; não nos deixa confundidos. Jesus é Santo. E como Santo que é; suas palavras são puras. Não veio para trazer ilusão aos homens, para engabelar com falsas promessas. Veio sim; para, como exemplo primeiro se dar como sacrifício vivo. Se fez homem como nós e como homem padeceu injúrias, decepções, perseguições, dores e até condenação de malfeitor; sendo levado a morte de cruz, que naquela época era morte de maldição, morte de malditos (“... e, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte e morte de cruz.” - Fp.2:8), (“Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós, porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro. – Gal.3:13).
Mas, tudo suportou, porque como Ele mesmo declarou:, “Não cuideis que vim destruir a lei ou os profetas; não vim ab-rogar mas cumprir.” (Mat.5:17)
O Senhor Jesus com essas palavras nos ensina que: como Ele, nós também estamos sujeitos a passar por lutas e provações. Ele nos ensina que não devemos nos sentir abandonados por nosso Deus quando as coisas não andam da maneira como queremos ou planejamos. O Apóstolo Pedro na sua primeira carta de exortação a Igreja primitiva; falando a respeito do sofrimento por amor à Cristo, declara: “Amados, não estranheis a ardente prova que vem sobre vós, para vos tentar, como se coisa estranha vos acontecesse;..” (1Pe.4:12). Atentemos para a parte final das palavras do Apóstolo: como se coisa estranha vos acontecesse. A palavra estranha, quer dizer: surpresa, incomum, que não tem nenhuma relação com um assunto ou tema. Analisemos então porque o Apóstolo nos alerta que; as lutas pelas quais venhamos passar não devem ser recebidas por nós como se coisa estranha fosse.
1º - SURPRESA: Porque, nós haveríamos de nos surpreender com uma enfermidade que nos assola ou a um nosso ente-querido, se sabemos que nossa carne herdou do primeiro pecado a corrupção. Se sabemos que com o primeiro ato de desobediência a Deus, perdemos o direito a vida eterna; ainda nesta terra. O próprio Deus nos sentenciou; ainda no paraíso: “No suor do teu rosto, comerás o teu pão, até que tornes à terra; porque dela fostes tomado, porquanto és pó e em pó te tornarás.” (Gen.3:19).
Porque, nos haveríamos de surpreender se temos recebido desfeitas? Se somos perseguidos, injustiçados, caluniados; e com isso nos decepcionamos. O Senhor é claro quando diz: “Assim diz o Senhor: “Maldito o homem que confia no homem, e faz da carne o seu braço, e aparta o seu coração do Senhor!” (Jer.17:5).
2º - INCOMUM: Porque nós haveríamos de achar incomum, quando nossos planos, projetos e sonhos não se concretizam?
A mãe, que cria seus filhos com amor e as vezes sacrifícios, mas, só colhe indiferença e rebeldia. A esposa dedicada, fiel; só colhe traição. O homem trabalhador, esforçado, honesto; mas por mais que lute, não consegue suprimir o mínimo das necessidades da sua família. O (a) jovem, que estuda, se prepara, se forma, empreende; mas nunca consegue colher os frutos do seu esforço. Meditemos: “Do homem são as preparações do coração, mas do Senhor, a resposta da boca.” (Prov.16:1).
Porque acharmos incomum as injustiças desse mundo? O corrupto que é rico, o adultero que conserva sua família, o que tem condições financeiras favoráveis está na universidade pública, a moça sem juízo consegue um bom casamento, uns tem dois, três ou mais carros na garagem e o outro nenhum, o semi-analfabeto está bem empregado, e aquele que se esforçou fazendo grandes sacrifícios para se formar está desempregado. A boa palavra do Senhor é nosso consolo: “Faze-me justiça, ó Deus, e pleiteia a minha causa contra a gente ímpia; livra-me do homem fraudulento e injusto.” (Sl.43:1).
3º - QUE NÃO TEM NENHUMA RELAÇÃO COM UM ASSUNTO OU TEMA: Porque lhe nasceu um filho(a) com deficiência física? Porque depois de muito se esforçar, o automóvel pelo qual ele tanto se empenhou, se transforma na arma que vai tirar sua vida ou deixá-lo incapacitado? Porque depois de tantos anos de trabalho , quando já pensava nas delícias de uma aposentadoria tranqüila, vem a morte e lhe ceifa esse direito? “E, passando Jesus, viu um homem cego de nascença. E os seus discípulos lhe perguntaram dizendo: Rabi, quem pecou, este ou seus pais, para que nascesse cego? Jesus respondeu: Nem ele pecou, nem seus pais; mas foi assim para que se manifestem nele as obras de Deus.” (João 9:1-3).
Estou na Igreja a tanto tempo. Tenho vindo a todos os cultos, sou ofertante, devolvo o dízimo, jejuo, subo ao monte para orar, faço consagração; e no entanto, é luta encima de luta, vento sobre vento, provação atrás de provação. Tem misericórdia Senhor; assim nós falamos em nossas murmurações disfarçadas. Sejamos então revigorados pela palavra do Senhor, na vida do Apóstolo Paulo: “Sei estar abatido e sei também ter abundância; em toda maneira e em todas as coisas, estou instruído, tanto a ter fartura como a ter fome, tanto a ter abundância como a padecer necessidade.” (Fil.4:12).
Nós nunca estaremos só. Como narrado pelo escritor de pegadas na areia, Deus sempre esteve, está e estará conosco. Algumas vezes nos cobrindo com a sombra do seu Espírito, outra vez, nos escondendo debaixo de suas asas. Ora nos tomando pela mão, ora nos carregando no colo. Enxugando nossas lágrimas, acalmando as tempestades e os ventos. Iluminando nosso caminho com sua palavra. Antecipando-se aos nossos pedidos. Manifestando seu poder sobrenatural; porque é o Deus do impossível. Cumprindo sua promessa quando diz: “Eu irei adiante de ti, e endireitarei os caminhos tortos; quebrarei as portas de bronze e despedaçarei os ferrolhos de ferro.” (Iz.45:2) , “... não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou o teu Deus; eu te esforço, e te ajudo, e te sustento com a destra da minha justiça.” (Iz.41:10), “Porque eu, o Senhor, teu Deus, te tomo pela tua mão direita e te digo: não temas, que eu te ajudo.” (Iz.41:13), “Apresentai a vossa demanda, diz o Senhor; trazei as vossas firmes razões, diz o Rei de Jacó.” (Iz.41:21), “... Não temas, porque eu te remi; chamei-te pelo teu nome; tu és meu.” (Iz.43:1-b), “Quando passares pelas águas, estarei contigo, e, quando pelos rios, eles não te submergirão; quando passares pelo fogo, não te queimarás, nem a chama arderá em ti.” (Iz.43:2), “Procura lembrar-me; entremos em juízo juntamente; apresenta as tuas razões, para que te possa justificar.” (Iz.43:26).
Muitos homens e mulheres de Deus tem crido nesta palavra. Vencem pelo poder da fé genuína. Não duvidam, não olham com os olhos da carne. Vencem; não pela sua força física, sua inteligência ou posição social. Colocam diante de si, o Deus vivo; na pessoa da sua palavra e do nome poderoso do Senhor Jesus Cristo. Vencem, porque aprenderam a descansar no Senhor: “Descansa no Senhor e espera nele: não te indignes por causa daquele que prospera em seu caminho, por causa do homem que executa astutos intentos.” (Sl.37:7). Vencem porque aprenderam a olhar somente para aquele que venceu todas as coisas, e a segui-lo: “Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também.” (João 13:15).
Amém!
“Tenho-vos dito isso, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo; eu venci o mundo.” (João 16:33)
O Senhor Jesus; filho de Deus; com todo poder sobre céus, terra, mares; e até das profundezas do abismo; não nos deixa confundidos. Jesus é Santo. E como Santo que é; suas palavras são puras. Não veio para trazer ilusão aos homens, para engabelar com falsas promessas. Veio sim; para, como exemplo primeiro se dar como sacrifício vivo. Se fez homem como nós e como homem padeceu injúrias, decepções, perseguições, dores e até condenação de malfeitor; sendo levado a morte de cruz, que naquela época era morte de maldição, morte de malditos (“... e, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte e morte de cruz.” - Fp.2:8), (“Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós, porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro. – Gal.3:13).
Mas, tudo suportou, porque como Ele mesmo declarou:, “Não cuideis que vim destruir a lei ou os profetas; não vim ab-rogar mas cumprir.” (Mat.5:17)
O Senhor Jesus com essas palavras nos ensina que: como Ele, nós também estamos sujeitos a passar por lutas e provações. Ele nos ensina que não devemos nos sentir abandonados por nosso Deus quando as coisas não andam da maneira como queremos ou planejamos. O Apóstolo Pedro na sua primeira carta de exortação a Igreja primitiva; falando a respeito do sofrimento por amor à Cristo, declara: “Amados, não estranheis a ardente prova que vem sobre vós, para vos tentar, como se coisa estranha vos acontecesse;..” (1Pe.4:12). Atentemos para a parte final das palavras do Apóstolo: como se coisa estranha vos acontecesse. A palavra estranha, quer dizer: surpresa, incomum, que não tem nenhuma relação com um assunto ou tema. Analisemos então porque o Apóstolo nos alerta que; as lutas pelas quais venhamos passar não devem ser recebidas por nós como se coisa estranha fosse.
1º - SURPRESA: Porque, nós haveríamos de nos surpreender com uma enfermidade que nos assola ou a um nosso ente-querido, se sabemos que nossa carne herdou do primeiro pecado a corrupção. Se sabemos que com o primeiro ato de desobediência a Deus, perdemos o direito a vida eterna; ainda nesta terra. O próprio Deus nos sentenciou; ainda no paraíso: “No suor do teu rosto, comerás o teu pão, até que tornes à terra; porque dela fostes tomado, porquanto és pó e em pó te tornarás.” (Gen.3:19).
Porque, nos haveríamos de surpreender se temos recebido desfeitas? Se somos perseguidos, injustiçados, caluniados; e com isso nos decepcionamos. O Senhor é claro quando diz: “Assim diz o Senhor: “Maldito o homem que confia no homem, e faz da carne o seu braço, e aparta o seu coração do Senhor!” (Jer.17:5).
2º - INCOMUM: Porque nós haveríamos de achar incomum, quando nossos planos, projetos e sonhos não se concretizam?
A mãe, que cria seus filhos com amor e as vezes sacrifícios, mas, só colhe indiferença e rebeldia. A esposa dedicada, fiel; só colhe traição. O homem trabalhador, esforçado, honesto; mas por mais que lute, não consegue suprimir o mínimo das necessidades da sua família. O (a) jovem, que estuda, se prepara, se forma, empreende; mas nunca consegue colher os frutos do seu esforço. Meditemos: “Do homem são as preparações do coração, mas do Senhor, a resposta da boca.” (Prov.16:1).
Porque acharmos incomum as injustiças desse mundo? O corrupto que é rico, o adultero que conserva sua família, o que tem condições financeiras favoráveis está na universidade pública, a moça sem juízo consegue um bom casamento, uns tem dois, três ou mais carros na garagem e o outro nenhum, o semi-analfabeto está bem empregado, e aquele que se esforçou fazendo grandes sacrifícios para se formar está desempregado. A boa palavra do Senhor é nosso consolo: “Faze-me justiça, ó Deus, e pleiteia a minha causa contra a gente ímpia; livra-me do homem fraudulento e injusto.” (Sl.43:1).
3º - QUE NÃO TEM NENHUMA RELAÇÃO COM UM ASSUNTO OU TEMA: Porque lhe nasceu um filho(a) com deficiência física? Porque depois de muito se esforçar, o automóvel pelo qual ele tanto se empenhou, se transforma na arma que vai tirar sua vida ou deixá-lo incapacitado? Porque depois de tantos anos de trabalho , quando já pensava nas delícias de uma aposentadoria tranqüila, vem a morte e lhe ceifa esse direito? “E, passando Jesus, viu um homem cego de nascença. E os seus discípulos lhe perguntaram dizendo: Rabi, quem pecou, este ou seus pais, para que nascesse cego? Jesus respondeu: Nem ele pecou, nem seus pais; mas foi assim para que se manifestem nele as obras de Deus.” (João 9:1-3).
Estou na Igreja a tanto tempo. Tenho vindo a todos os cultos, sou ofertante, devolvo o dízimo, jejuo, subo ao monte para orar, faço consagração; e no entanto, é luta encima de luta, vento sobre vento, provação atrás de provação. Tem misericórdia Senhor; assim nós falamos em nossas murmurações disfarçadas. Sejamos então revigorados pela palavra do Senhor, na vida do Apóstolo Paulo: “Sei estar abatido e sei também ter abundância; em toda maneira e em todas as coisas, estou instruído, tanto a ter fartura como a ter fome, tanto a ter abundância como a padecer necessidade.” (Fil.4:12).
Nós nunca estaremos só. Como narrado pelo escritor de pegadas na areia, Deus sempre esteve, está e estará conosco. Algumas vezes nos cobrindo com a sombra do seu Espírito, outra vez, nos escondendo debaixo de suas asas. Ora nos tomando pela mão, ora nos carregando no colo. Enxugando nossas lágrimas, acalmando as tempestades e os ventos. Iluminando nosso caminho com sua palavra. Antecipando-se aos nossos pedidos. Manifestando seu poder sobrenatural; porque é o Deus do impossível. Cumprindo sua promessa quando diz: “Eu irei adiante de ti, e endireitarei os caminhos tortos; quebrarei as portas de bronze e despedaçarei os ferrolhos de ferro.” (Iz.45:2) , “... não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou o teu Deus; eu te esforço, e te ajudo, e te sustento com a destra da minha justiça.” (Iz.41:10), “Porque eu, o Senhor, teu Deus, te tomo pela tua mão direita e te digo: não temas, que eu te ajudo.” (Iz.41:13), “Apresentai a vossa demanda, diz o Senhor; trazei as vossas firmes razões, diz o Rei de Jacó.” (Iz.41:21), “... Não temas, porque eu te remi; chamei-te pelo teu nome; tu és meu.” (Iz.43:1-b), “Quando passares pelas águas, estarei contigo, e, quando pelos rios, eles não te submergirão; quando passares pelo fogo, não te queimarás, nem a chama arderá em ti.” (Iz.43:2), “Procura lembrar-me; entremos em juízo juntamente; apresenta as tuas razões, para que te possa justificar.” (Iz.43:26).
Muitos homens e mulheres de Deus tem crido nesta palavra. Vencem pelo poder da fé genuína. Não duvidam, não olham com os olhos da carne. Vencem; não pela sua força física, sua inteligência ou posição social. Colocam diante de si, o Deus vivo; na pessoa da sua palavra e do nome poderoso do Senhor Jesus Cristo. Vencem, porque aprenderam a descansar no Senhor: “Descansa no Senhor e espera nele: não te indignes por causa daquele que prospera em seu caminho, por causa do homem que executa astutos intentos.” (Sl.37:7). Vencem porque aprenderam a olhar somente para aquele que venceu todas as coisas, e a segui-lo: “Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também.” (João 13:15).
Amém!
terça-feira, 8 de julho de 2008
O alicerce da Igreja
O ALICERCE DA IGREJA
“Pois também eu te digo que tu és Pedro e sobre está pedra edificarei a minha Igreja e as portas do inferno não prevalecerão contra ela” (Mat.16:18).
“...esta pedra...” : a Palavra de Deus.
“...portas do inferno...” : o medo da morte.
O Senhor Jesus, no texto acima, está dizendo a Pedro que confiava a ele a continuidade de Sua obra de evangelização (pregação das boas-novas). Jesus conhecia o coração de Pedro; portanto conhecia suas fraquezas e limitações. Sendo assim, O Mestre Jesus direciona seu discípulo no caminho que deverá andar; quando no cumprimento da sua árdua, mas, Santa missão.
Jesus falando à Pedro, está declarando que, em nós, os que Nele cremos, será dada a continuidade da missão pela qual Ele veio a esta terra. Sabendo que em breve retornaria ao Pai, e em conseqüência disso, viria O Espírito Santo; Jesus declara que aquele que cresse, seria o templo, a casa, a Igreja; onde Este faria morada. Logo, esta construção teria que ser edificada e firmada em fundamentos inabaláveis; capazes de resistir a todas as investidas exteriores, contrárias a edificação desta obra.
Pedro é orientado a fundamentar sua missão, sobre tudo o que havia ouvido e visto. Como também, sobre tudo o que haveria de ouvir e ver; da parte de Deus, na pessoa do Espírito e da Palavra.
Jesus ainda faz uma contundente e severa afirmação quanto ao destino da Sua Igreja, se fundamentada genuinamente em Sua palavra: ela não sucumbiria aos doutrinas religiosas, a natureza humana. Jesus a adverte a não andar pelos caminhos largos das facilidades mundanas, pelo caminho da dúvida que levaria o homem a caminhos tortuosos.
As portas do inferno, pré-figuram o domínio de satanás. Mas, contra a Sua Igreja, diz o Senhor Jesus a Pedro: elas não prevalecerão.
O poder da Palavra de Deus é ilimitado. Aquele que tem sua vida espiritual fundamentada nele, torna-se inabalável sob qualquer circunstância.
O Evangelista Lucas em seu Evangelho declara que: “... até destas pedras pode Deus suscitar filhos a Abraão”. (Luc.3:8). Ele afirma isto porque os judeus fundamentavam sua fé no nome do patriarca Abraão, e não na Palavra de Deus (as escrituras). Realmente, enquanto vivo, Abraão havia sido um homem de Deus. Portanto, Deus o abençoara em tudo. Mas, agora Abraão é morto; como qualquer um de nós um dia seremos. Sua vida nos serve de exemplo de obediência e de fé. Mas, não como fundamento para uma vida cristã de santidade, poder e autoridade.
Quando colocamos o Senhor Jesus Cristo (a Palavra) como a pedra principal, a pedra de esquina, a pedra angular; para alicerçar nossa construção espiritual. Quando nos colocamos como casa-templo do Espírito Santo, nos tornamos tão íntimos do Senhor Deus, que somos considerados e tratados como parte integrante D’Ele . Deixamos de ser estrangeiros que peregrinam pela terra, para andarmos lado a lado com os santos; salvos em Cristo Jesus.
As palavras ditas pelo Senhor Jesus, pelos Apóstolos, pelos Profetas e por nós mesmos (inspiradas pelo Espírito Santo) são os elementos que formam essa construção que será eterna.
Caminhamos seguindo em direção a eternidade. Nos transformado pela renovação do nosso entendimento, a alcançaremos. Se não perdermos o foco venceremos com Ele.
Amém!
“Pois também eu te digo que tu és Pedro e sobre está pedra edificarei a minha Igreja e as portas do inferno não prevalecerão contra ela” (Mat.16:18).
“...esta pedra...” : a Palavra de Deus.
“...portas do inferno...” : o medo da morte.
O Senhor Jesus, no texto acima, está dizendo a Pedro que confiava a ele a continuidade de Sua obra de evangelização (pregação das boas-novas). Jesus conhecia o coração de Pedro; portanto conhecia suas fraquezas e limitações. Sendo assim, O Mestre Jesus direciona seu discípulo no caminho que deverá andar; quando no cumprimento da sua árdua, mas, Santa missão.
Jesus falando à Pedro, está declarando que, em nós, os que Nele cremos, será dada a continuidade da missão pela qual Ele veio a esta terra. Sabendo que em breve retornaria ao Pai, e em conseqüência disso, viria O Espírito Santo; Jesus declara que aquele que cresse, seria o templo, a casa, a Igreja; onde Este faria morada. Logo, esta construção teria que ser edificada e firmada em fundamentos inabaláveis; capazes de resistir a todas as investidas exteriores, contrárias a edificação desta obra.
Pedro é orientado a fundamentar sua missão, sobre tudo o que havia ouvido e visto. Como também, sobre tudo o que haveria de ouvir e ver; da parte de Deus, na pessoa do Espírito e da Palavra.
Jesus ainda faz uma contundente e severa afirmação quanto ao destino da Sua Igreja, se fundamentada genuinamente em Sua palavra: ela não sucumbiria aos doutrinas religiosas, a natureza humana. Jesus a adverte a não andar pelos caminhos largos das facilidades mundanas, pelo caminho da dúvida que levaria o homem a caminhos tortuosos.
As portas do inferno, pré-figuram o domínio de satanás. Mas, contra a Sua Igreja, diz o Senhor Jesus a Pedro: elas não prevalecerão.
O poder da Palavra de Deus é ilimitado. Aquele que tem sua vida espiritual fundamentada nele, torna-se inabalável sob qualquer circunstância.
O Evangelista Lucas em seu Evangelho declara que: “... até destas pedras pode Deus suscitar filhos a Abraão”. (Luc.3:8). Ele afirma isto porque os judeus fundamentavam sua fé no nome do patriarca Abraão, e não na Palavra de Deus (as escrituras). Realmente, enquanto vivo, Abraão havia sido um homem de Deus. Portanto, Deus o abençoara em tudo. Mas, agora Abraão é morto; como qualquer um de nós um dia seremos. Sua vida nos serve de exemplo de obediência e de fé. Mas, não como fundamento para uma vida cristã de santidade, poder e autoridade.
Quando colocamos o Senhor Jesus Cristo (a Palavra) como a pedra principal, a pedra de esquina, a pedra angular; para alicerçar nossa construção espiritual. Quando nos colocamos como casa-templo do Espírito Santo, nos tornamos tão íntimos do Senhor Deus, que somos considerados e tratados como parte integrante D’Ele . Deixamos de ser estrangeiros que peregrinam pela terra, para andarmos lado a lado com os santos; salvos em Cristo Jesus.
As palavras ditas pelo Senhor Jesus, pelos Apóstolos, pelos Profetas e por nós mesmos (inspiradas pelo Espírito Santo) são os elementos que formam essa construção que será eterna.
Caminhamos seguindo em direção a eternidade. Nos transformado pela renovação do nosso entendimento, a alcançaremos. Se não perdermos o foco venceremos com Ele.
Amém!
Tentação, sofrimento. Porque dar Glória a Deus.
TENTAÇÃO, SOFRIMENTO:
PORQUE DAR GLÓRIA A DEUS?
“Todos os mandamentos que hoje vos ordeno guardareis para os fazer, para que vivais, e vos multipliqueis, e entreis, e possuais a terra que o Senhor jurou a vossos pais.
“E te lembrarás de todo o caminho pelo qual o Senhor, o teu Deus, te guiou no deserto estes quarenta anos, para te humilhar, para te tentar, para saber o que estava no teu coração, se guardarias os seus mandamentos ou não.” (Deut.8:1,2)
Somente pelo caminho da fé poderemos servir integralmente ao nosso Deus. Renunciando ao nosso limitado entendimento e aceitando a total e infalível soberania do Deus criador. Reconhecendo-O como único; saberemos adorá-lo acima de qualquer circunstância.
Precisamos ser fortes e ao mesmo tempo, dependentes; o suficiente para obedecer todos os seus mandamentos, incluindo-se o passar por lutas, tentações e humilhações.
Quando aprendermos que não há vitória (com Cristo) sem lutas, que tentação não é pecado (é a preliminar), e que na humilhação (por amor a Cristo) somos exaltados; então, estaremos preparados para algo maior do que tudo aquilo que poderíamos imaginar; que nos será revelado em Glória, por Cristo Jesus.
A TENTAÇÃO.
“Meus irmãos, tende grande gozo quando cairdes em várias tentações,...” (Tiago 1:2)
Tentação é a provocação de um desejo. Ou seja: estímulo ou impulso de querer fazer ou possuir algo.
A tentação em si não nos afasta (pecado) de Deus. O ceder a ela é que caracteriza o pecado.
Saber-se tentado, e resistir a tais estímulos, é o que nos faz sair fortalecidos da batalha a qual estejamos travando.
“Bem-aventurado o varão que sofre a tentação; porque, quando for provado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor tem prometido aos que o amam.” (Tiago 1:12)
É maravilhoso ouvir do nosso Deus que Ele conhece nossas limitações. Por isso reconhece e nos galardoa quando nos vê resistindo aos nossos impulsos carnais.
“Ninguém, sendo tentado, diga: De Deus sou tentado; porque Deus não pode ser tentado pelo mal e
a ninguém tenta.” (Tiago 1:13)
O Onipotente Criador não está sujeito a qualquer tipo de tentação. Como ser superior e criador; é dominador; logo, a nada se sujeita. Se nos criou a sua imagem, conforme a sua semelhança; logo, nos considera superiores àquele que veio para nos tentar. Essa superioridade no entanto nos limita a autoridade divina; por isso somos tentados; porém, com autoridade para resistir.
“Não veio sobre vós tentação, senão humana; mas fiel é Deus, que vos não deixará tentar acima do que podeis; antes, com a tentação dará também o escape, para que a possais suportar.” (1Cor.10:13)
“... sabendo que a prova da vossa fé produz a paciência.” (Tiago 1:3)
Quando somos testados acerca da nossa fé, adquirimos poderes físicos e morais para suportar e resistir a dores, infortúnios e amolações. Nos tornamos perseverantes, firmes; não cedemos.
“Porque necessitais de paciência, para que, depois de haverdes feito a vontade de Deus, possais alcançar a promessa.” (Heb. 10:36)
“Meus irmãos, tomai por exemplo de aflição e paciência os profetas que falaram em nome do Senhor.
Eis que temos por bem-aventurados os que sofreram. Ouvistes qual foi a paciência de Jó e vistes o fim que o Senhor lhe deu; porque o Senhor é muito misericordioso e piedoso.” (Tiago 5:10,11)
“Porque que glória será essa, se, pecando, sois esbofeteados e sofreis.” (1Pe. 2:20-a)
É claro que o nome do Senhor não pode ser glorificado se sofremos por causa dos nossos erros.O não resistir as tentações e assim enveredar pelo caminho do pecado fatalmente levará a experiências dolorosas.
“Mas, se fazendo o bem, sois afligidos e o sofreis, isso é agradável a Deus.” (1Ped. 2:20-b)
Independente de sermos reconhecidos ou não, de recebermos mérito ou algum tipo de recompensa.Para aquele que conhece e vive na palavra de Deus, ainda que sendo desprezado e ignorado; o importante e agradar ao Senhor.
“... porque melhor é que padeçais fazendo o bem (se a vontade de Deus assim o quer) do que fazendo o mal.
“Porque também Cristo padeceu uma vez pelos pecados, o justo pelos injustos, para levar-nos a Deus; mortificado, na verdade, na carne, mas vivificado pelo Espírito.” (1Ped. 3: 17,18)
Não podemos abrir mão de fazer o bem. É o princípio do ministério de Cristo. Ele é nosso exemplo. Negou-se a si mesmo, e por isso vive para sempre.
“Amados, não estranheis a ardente prova que vem sobre vós, para vos tentar, como se coisa estranha vos acontecesse; mas alegrai-vos no fato de serdes participantes das aflições de Cristo, para que também na revelação da sua glória vos regozijeis e alegreis. Se, pelo nome de Cristo, sois vituperados, bem-aventurados sois, porque sobre vós repousa o Espírito da glória de Deus. Que nenhum de vós padeça como homicida, ou ladrão, ou malfeitor, ou como o que se entremete em negócios alheios; mas, se padece como cristão, não se envergonhe; antes, glorifique a Deus nesta parte.” (1 Ped. 4:13-16)
O Apóstolo Pedro não está nos ensinando que devemos nos conformar com as provações e sofrimentos. Muito pelo contrário; o que ele quer é nos ensinar a não estranharmos, ou seja, não ficarmos espantados e surpresos, como se não soubéssemos que seríamos alvo de toda sorte de investidas do nosso adversário.
Porque resistir.
“Porque é impossível que os que já uma vez foram iluminados, e provaram o dom celestial, e se fizeram participantes do espírito Santo, e provaram a boa palavra de Deus e as virtudes do século futuro, e recaíram sejam outra vez renovados para arrependimento; pois assim, quanto a eles, de novo crucificam o Filho de Deus e o expõem ao vitupério.” (Heb.6:4-6)
O Apóstolo Paulo é claro quanto àqueles que depois de terem caído no pecado, recebem o dom Divino do perdão, e ainda assim tornam a incorrer no mesmo erro ou pior ainda. Paulo os considera como cúmplices do ato vergonhoso da crucificação. Por isso torna a exortar-nos: “Porque, se pecarmos voluntariamente, depois de termos recebido o conhecimento da verdade, já não resta mais sacrifício pelos pecados, mas uma certa expectação horrível de juízo e ardor de fogo, que há de devorar os adversários. Quebrantando alguém a lei de Moisés, morre sem misericórdia, só pela palavra de duas ou três testemunhas. De quanto maior castigo cuidais vós será julgado merecedor aquele que pisar o Filho de Deus, e tiver por profano o sangue do testamento, com que foi santificado, e fizer agravo ao Espírito da graça?” (Heb. 10: 26-29)
Paulo fala com autoridade. Não tolera nem compactua com os que desprezam a palavra. Alerta a respeito da inutilidade dos sacrifícios oferecidos por corações cheios de malícia. Não esconde a severidade do juízo Divino. Cita a implacável lei de Moisés e a considera como branda; diante realidade e da responsabilidade de andar sob a lei da Graça.
“Mas cada um é tentado quando atraído e engodado pela sua própria concupiscência.” (Tiago 1:14)
Tiago ensina porque precisamos resistir. Nosso desejo exagerado de ter prazer é um astuto chamariz: atrativo, sedutor e enganoso. Por isso, Pedro também nos admoesta com a mesma severidade de Paulo, quando diz: “Porquanto se, depois de terem escapado das corrupções do mundo, pelo conhecimento do Senhor e Salvador Jesus Cristo, forem outra vez envolvidos nelas e vencidos, tornou-se-lhes o último estado pior do que o primeiro. Porque melhor lhes fora não conhecerem o caminho da justiça do que, conhecendo-o, desviarem-se do santo mandamento que lhes fora dado. Deste modo, sobreveio-lhes o que por um verdadeiro provérbio se diz: O cão voltou ao seu próprio vômito; a porca lavada, ao esponjadouro de lama.” (2Ped. 2: 20-22)
Fiquemos, por fim, com as palavras de Tiago: “Sujeitai-vos, pois, a Deus; resisti ao diabo, e ele fugirá de vós.” (Tiago 4:7)
Amém!
PORQUE DAR GLÓRIA A DEUS?
“Todos os mandamentos que hoje vos ordeno guardareis para os fazer, para que vivais, e vos multipliqueis, e entreis, e possuais a terra que o Senhor jurou a vossos pais.
“E te lembrarás de todo o caminho pelo qual o Senhor, o teu Deus, te guiou no deserto estes quarenta anos, para te humilhar, para te tentar, para saber o que estava no teu coração, se guardarias os seus mandamentos ou não.” (Deut.8:1,2)
Somente pelo caminho da fé poderemos servir integralmente ao nosso Deus. Renunciando ao nosso limitado entendimento e aceitando a total e infalível soberania do Deus criador. Reconhecendo-O como único; saberemos adorá-lo acima de qualquer circunstância.
Precisamos ser fortes e ao mesmo tempo, dependentes; o suficiente para obedecer todos os seus mandamentos, incluindo-se o passar por lutas, tentações e humilhações.
Quando aprendermos que não há vitória (com Cristo) sem lutas, que tentação não é pecado (é a preliminar), e que na humilhação (por amor a Cristo) somos exaltados; então, estaremos preparados para algo maior do que tudo aquilo que poderíamos imaginar; que nos será revelado em Glória, por Cristo Jesus.
A TENTAÇÃO.
“Meus irmãos, tende grande gozo quando cairdes em várias tentações,...” (Tiago 1:2)
Tentação é a provocação de um desejo. Ou seja: estímulo ou impulso de querer fazer ou possuir algo.
A tentação em si não nos afasta (pecado) de Deus. O ceder a ela é que caracteriza o pecado.
Saber-se tentado, e resistir a tais estímulos, é o que nos faz sair fortalecidos da batalha a qual estejamos travando.
“Bem-aventurado o varão que sofre a tentação; porque, quando for provado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor tem prometido aos que o amam.” (Tiago 1:12)
É maravilhoso ouvir do nosso Deus que Ele conhece nossas limitações. Por isso reconhece e nos galardoa quando nos vê resistindo aos nossos impulsos carnais.
“Ninguém, sendo tentado, diga: De Deus sou tentado; porque Deus não pode ser tentado pelo mal e
a ninguém tenta.” (Tiago 1:13)
O Onipotente Criador não está sujeito a qualquer tipo de tentação. Como ser superior e criador; é dominador; logo, a nada se sujeita. Se nos criou a sua imagem, conforme a sua semelhança; logo, nos considera superiores àquele que veio para nos tentar. Essa superioridade no entanto nos limita a autoridade divina; por isso somos tentados; porém, com autoridade para resistir.
“Não veio sobre vós tentação, senão humana; mas fiel é Deus, que vos não deixará tentar acima do que podeis; antes, com a tentação dará também o escape, para que a possais suportar.” (1Cor.10:13)
“... sabendo que a prova da vossa fé produz a paciência.” (Tiago 1:3)
Quando somos testados acerca da nossa fé, adquirimos poderes físicos e morais para suportar e resistir a dores, infortúnios e amolações. Nos tornamos perseverantes, firmes; não cedemos.
“Porque necessitais de paciência, para que, depois de haverdes feito a vontade de Deus, possais alcançar a promessa.” (Heb. 10:36)
“Meus irmãos, tomai por exemplo de aflição e paciência os profetas que falaram em nome do Senhor.
Eis que temos por bem-aventurados os que sofreram. Ouvistes qual foi a paciência de Jó e vistes o fim que o Senhor lhe deu; porque o Senhor é muito misericordioso e piedoso.” (Tiago 5:10,11)
“Porque que glória será essa, se, pecando, sois esbofeteados e sofreis.” (1Pe. 2:20-a)
É claro que o nome do Senhor não pode ser glorificado se sofremos por causa dos nossos erros.O não resistir as tentações e assim enveredar pelo caminho do pecado fatalmente levará a experiências dolorosas.
“Mas, se fazendo o bem, sois afligidos e o sofreis, isso é agradável a Deus.” (1Ped. 2:20-b)
Independente de sermos reconhecidos ou não, de recebermos mérito ou algum tipo de recompensa.Para aquele que conhece e vive na palavra de Deus, ainda que sendo desprezado e ignorado; o importante e agradar ao Senhor.
“... porque melhor é que padeçais fazendo o bem (se a vontade de Deus assim o quer) do que fazendo o mal.
“Porque também Cristo padeceu uma vez pelos pecados, o justo pelos injustos, para levar-nos a Deus; mortificado, na verdade, na carne, mas vivificado pelo Espírito.” (1Ped. 3: 17,18)
Não podemos abrir mão de fazer o bem. É o princípio do ministério de Cristo. Ele é nosso exemplo. Negou-se a si mesmo, e por isso vive para sempre.
“Amados, não estranheis a ardente prova que vem sobre vós, para vos tentar, como se coisa estranha vos acontecesse; mas alegrai-vos no fato de serdes participantes das aflições de Cristo, para que também na revelação da sua glória vos regozijeis e alegreis. Se, pelo nome de Cristo, sois vituperados, bem-aventurados sois, porque sobre vós repousa o Espírito da glória de Deus. Que nenhum de vós padeça como homicida, ou ladrão, ou malfeitor, ou como o que se entremete em negócios alheios; mas, se padece como cristão, não se envergonhe; antes, glorifique a Deus nesta parte.” (1 Ped. 4:13-16)
O Apóstolo Pedro não está nos ensinando que devemos nos conformar com as provações e sofrimentos. Muito pelo contrário; o que ele quer é nos ensinar a não estranharmos, ou seja, não ficarmos espantados e surpresos, como se não soubéssemos que seríamos alvo de toda sorte de investidas do nosso adversário.
Porque resistir.
“Porque é impossível que os que já uma vez foram iluminados, e provaram o dom celestial, e se fizeram participantes do espírito Santo, e provaram a boa palavra de Deus e as virtudes do século futuro, e recaíram sejam outra vez renovados para arrependimento; pois assim, quanto a eles, de novo crucificam o Filho de Deus e o expõem ao vitupério.” (Heb.6:4-6)
O Apóstolo Paulo é claro quanto àqueles que depois de terem caído no pecado, recebem o dom Divino do perdão, e ainda assim tornam a incorrer no mesmo erro ou pior ainda. Paulo os considera como cúmplices do ato vergonhoso da crucificação. Por isso torna a exortar-nos: “Porque, se pecarmos voluntariamente, depois de termos recebido o conhecimento da verdade, já não resta mais sacrifício pelos pecados, mas uma certa expectação horrível de juízo e ardor de fogo, que há de devorar os adversários. Quebrantando alguém a lei de Moisés, morre sem misericórdia, só pela palavra de duas ou três testemunhas. De quanto maior castigo cuidais vós será julgado merecedor aquele que pisar o Filho de Deus, e tiver por profano o sangue do testamento, com que foi santificado, e fizer agravo ao Espírito da graça?” (Heb. 10: 26-29)
Paulo fala com autoridade. Não tolera nem compactua com os que desprezam a palavra. Alerta a respeito da inutilidade dos sacrifícios oferecidos por corações cheios de malícia. Não esconde a severidade do juízo Divino. Cita a implacável lei de Moisés e a considera como branda; diante realidade e da responsabilidade de andar sob a lei da Graça.
“Mas cada um é tentado quando atraído e engodado pela sua própria concupiscência.” (Tiago 1:14)
Tiago ensina porque precisamos resistir. Nosso desejo exagerado de ter prazer é um astuto chamariz: atrativo, sedutor e enganoso. Por isso, Pedro também nos admoesta com a mesma severidade de Paulo, quando diz: “Porquanto se, depois de terem escapado das corrupções do mundo, pelo conhecimento do Senhor e Salvador Jesus Cristo, forem outra vez envolvidos nelas e vencidos, tornou-se-lhes o último estado pior do que o primeiro. Porque melhor lhes fora não conhecerem o caminho da justiça do que, conhecendo-o, desviarem-se do santo mandamento que lhes fora dado. Deste modo, sobreveio-lhes o que por um verdadeiro provérbio se diz: O cão voltou ao seu próprio vômito; a porca lavada, ao esponjadouro de lama.” (2Ped. 2: 20-22)
Fiquemos, por fim, com as palavras de Tiago: “Sujeitai-vos, pois, a Deus; resisti ao diabo, e ele fugirá de vós.” (Tiago 4:7)
Amém!
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